Paulo inspirado pelo
Espírito Santo ensina que sejamos irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus
inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual
resplandeceis como astros no mundo, retendo a palavra da vida para que no dia
de Cristo não tenhamos corrido em vão (Leia Filipenses 2:15 e 16). Somos
chamados a viver a verdade, na sua essência, pois o cristão verdadeiro é
diferente de todos os demais incrédulos. Haverá sempre o realce da gloria do
evangelho nos que são verdadeiros homens transformados pelo evangelho são
diferentes dos homens caídos que pertence a raça adâmica. Isso é um assunto
pertinente ao nosso tempo, pois cada vez mais a diferença diminui, pois um
falso evangelho vai produz sempre falsos cristãos. Notamos a questão em si,
pois Paulo diz :“sejam sinceros” sejam verdadeiros e não falsos. A conduta, o
comportamento, as aspirações e o estilo de vida de um cristão regenerado não
diferentes. Somos peregrinos e a marca de um peregrino é abstinência das concupiscências carnais (I
Pedro 2:11). A nossa sociedade é culpada, a geração atual é maligna, jaz no
maligno, o espirito do engano ilude e cega os homens do presente século mau,
mas o cristão não segue essa tendência, ele é o homem que faz a diferença pois
está em Cristo, é nova criatura, não segue o curso do mundo e não se adapta a
justiça dos filhos de Adão, mas a justiça do reino de Deus. Quando Paulo fala
sobre ser inculpável, devo salientar com muita precisão que não deve haver
motivos verdadeiros para um não cristão acusar um cristão. Não deve existir
acusações verdadeiras, mesmo que haja perseguição, Cristo foi enfático ao
declarar que os anticristãos podem mentir e injuriar os discípulos de Cristo,
dizendo todo mal contra os santos, mas as acusações são sempre falsas e nunca
são fatos. O que ocorre hoje em dia é que um mundo se levanta contra falsos
cristãos com sinceridade pois os homens do presente século olham para os
escândalos do comportamento e da vida da maioria dos cristãos, eles podem
apresentar uma lista enorme de fatos e então podem fazem seus julgamentos com
base nos fatos, a imoralidade, a mentira, o materialismo, o comportamento
louco, a sensualidade e os inúmeros escândalos são artilharias que os falsos
cristãos montam dentro da cristandade para que o mundo possa tomar posse e
atacar os verdadeiros, é nessa perspectiva que devemos entender as declarações
de Jesus em Mateus 5:11. Os que estão de fora não podem distinguir entre falso
e verdadeiro, na visão de um não cristão, tudo faz parte de um mesmo sistema, mas
não é assim. Precisamos entender que um estudo cuidados do Novo testamento,
segue com precisão o mesmo fenômeno que ocorreu no Êxodo na liderança de
Moisés, um vulgo se infiltrou entre o povo de Deus para corromper o
comportamento, esse vulgo é citado nas Escrituras como uma infiltração maligna,
o “vulgo que estava no meio deles” (Números 11:4) tinham uma vida vulgar, um
comportamento vulgar, gente de qualidade baixa, materialista, mas carregavam um
fermento diabólico, e eles estavam ali no meio da “massa” que eram os hebreus que receberam a
libertação seguindo as instruções divinas na liderança de Moisés, Paulo, pela
autoridade do Espirito Santo, na harmonia total das Escrituras, ensina que “Um
pouco de fermento leveda toda a massa” (Gálatas 5:9) foi isso que ocorreu no
Antigo testamento, quando o povo de Deus estava marchando para a terra
prometida, o vulgo trazia consigo uma espécie de fermento que tina um poder
enorme de levedação, é nosso dever cultivar a vida de piedade e santidade é as
exortações no Novo Testamento é que devemos sempre vigiar orar e sermos
sóbrios, pois o mundo não sabe distinguir o jugo, que também se infiltrou, o
falso misturado com o verdadeiro para confundir aqueles que não tem
discernimento, assim Cristo ensina que ocorre também na nova aliança que o joio
é semeado pelo inimigo no meio do trigo, o joio é uma planta vulgar, que não dá
frutos, mas que se parece muito com o trigo e que cresce para que os que estão
de fora e que não possuem a capacidade de discernir , sejam confundidos e trate
o trigo como o joio e o joio como se fosse trigo. Somos chamados para dar
frutos, então nossa identificação é com
trigo.
Nossa missão é termos uma essência, é uma
santa convocação divina que sejamos verdadeiros por dentro e por fora, a diferença
no meio da confusão. Não importa se o mundo esteja abastecido de coisas falsas,
de religiões falsas, não importa se a mentira é um problema crônico no coração
humano, não importa se muitos falsos profetas tem se levantado pelo mundo, não
importa se há tantos falsos evangelhos sendo pregado, não importa se mundo jaz
no maligno que é o pai da mentira, não importa se o mundo passa por uma intensa
crise moral e espiritual, o que importa é que sejamos verdadeiros, essa é uma
exigência , mais do que isso é uma conseqüência por causa da nossa posição em
Cristo, seguimos o Espírito de Cristo, a vida de Cristo e o poder da
ressurreição são colocados pelo Senhor dentro do nosso coração. Assim, a
virtude de sermos irrepreensíveis nunca dará ao mundo uma justificativa de
acusação verdadeira, ele pode nos atacar perseguir e nos acusar, mas com base
em mentiras e não em fatos. Aqueles que
professa um falso cristianismo, servem de pedra de tropeço aos outros, a nossa
conduta nunca pode desmotivar o próximo a se converter, servir e seguir a
Cristo. Nosso comportamento não pode
servir de justificativa para quem faz apologia contra a fé cristã, nossa vida
não pode servir de argumento contra o Evangelho. Se isso ocorrer, nossa vida
vai de encontro a uma expectativa de terrível juízo, pois o falso cristianismo
é gravíssima afronta contra Cristo. Seguimos os passos do Senhor ele era
“Santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores” (Hebreus 7:26) mesmo
vinculado ao mundo pela encarnação, por principio, sua vida era separada pelo
modo que vivia, dava um contraste enorme, a luz da glória ainda brilhava por
trás da carne, o esplendor da divindade ainda brilhava por trás da Sua
humanidade, ainda que vivesse lado a lado com homens, Ele era um contraste, um
modelo de vida e um exemplo de verdadeira piedade.
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