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quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Lições da Vida

 



 

 

Por mais difícil que seja uma situação, nosso temor não deve ser maior do que a nossa fé e a nossa angústia não pode ser maior do que nossa esperança.

 

Uma conquista é o fruto da perseverança, não é obra do acaso pois a vida exige muito esforço de quem deseja vencer.

 

O amor deve ser uma luz perene em um mundo obscurecido pela frieza de tantas discórdias.

 

Não sejamos demasiadamente pessimistas ou otimistas, mas tão somente realistas.

Devemos dar o melhor de nós mesmos em tudo o que estamos dispostos a realizar para amenizar o sofrimento alheio

 

C J Jacinto

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

A Agonia das Aflições e a Vida Cristã


Mais uma vez preciso volver  as camadas sujas da religião superficial para encontrar a perola cristã chamada  "Cristo em vós esperança da glória". É inadmissível  insistir cultivar uma tristeza profunda pela vida e ao mesmo tempo amar a Cristo, é preciso que se abandone essa para que possa nutrir a primeira. Quando Paulo enfrenta os furacões intensos de suas lutas sofridas, ele diz "tudo posso naquele que me fortalece".  A tristeza só vai prevalecer quando a alegria cristã é desprezada, apague a luz do evangelho dentro de seu coração e a sua alma ficará escura, não há como conciliar uma grande tristeza e uma grande alegria no mesmo lugar. É preciso insistir nesse fato, porque de onde se origina o fluir de águas vivas prometido por Cristo não pode jamais o coração piedoso se afogar num mar lamacento de amarguras. Há uma incompatibilidade de vida interior quando se pensa que uma profunda tristeza pode ser nutrida e fortalecida no mesmo lugar onde o Consolador permanece para sempre (João 14:16) tal coisa é descredito ao evangelho e uma negação ás virtudes consoladoras do Espirito de Cristo. Há no muito uma densa nevoa de amarguras, mas o perfume do evangelho mostra o caminho do jardim das consolações espirituais. Ninguém sofre nos vales espinhosos das aflições de forma permanente se consegue manter os ouvidos atentos durante todo o tempo no  "Vinde a mim" de Cristo (Mateus 11:28) mas quando cria-se um drama de autocomplacência e como Saul, toma-se a espada para ceifar a própria vida, como querendo dizer que o desespero se combate com a loucura, então é bem melhor beber o cálice da vida até o ultimo momento, porque na paciência de um homem piedoso, liberta-se a essência da vida devota, nada mais pode ser tão eloquente no que consiste a existência de Deus, do num homem que alicerça sua alma na certeza de que Ele existe. Não há sofrimento solitário para quem espera no Senhor, ou como disse A. D. Sertilanges: "Jesus quis estar sozinho em agonia, a fim de que nós mesmos não agonizássemos sozinhos"


Clavio J. Jacinto

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Vencendo a Batalha do Pecado

 A vida cristã consiste numa batalha no campo dos pensamentos, desejos, intenções e ações, e a forma crucial como lidamos com isso, trará uma resposta definitiva sobre um fato a ponderar: estamos vencendo a batalha confiando no poder da cruz, ou estamos perdendo a batalha confiando em nós mesmos. (Clavio J. Jacinto)

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

O Segredo da Perseverança



Você realmente tem intimidade com Cristo? essa é uma pergunta se só pode ser respondida com atitudes, as palavras não alcançam as respostas para essa pergunta vital. Primeiro devo lhe dizer que, ter intimidade com Cristo, significa estar ciente do grande valor da obra consumada de Cristo na cruz, não é possível termos um entendimento coerente da redenção sem uma proximidade com a mensagem da cruz. A grandeza da expiação é infinita, por isso devemos inclinar o nosso coração a refletir sobre a grandeza da salvação, porque isso é importante? porque assim, iremos nutrir aquele sentimento de que não podemos deixar de servir a Cristo por nenhum motivo, não há justificativas para se abandonar a fé cristã, depois que se tem uma compreensão clara da obra do cruz, porque não há confrontos terrenos e dificuldades que tenham o poder de persuasão capaz de levar um homem santo a tomar a decisão de apostatar-se por causa das dificuldades da vida espiritual. Entendeu a questão em si? quem conhece a obra da cruz e a dor e o sofrimento que envolveu o plano da redenção, tem seu coração fixo na realidade de que Cristo e a salvação merecem toda a nossa fidelidade, mesmo que o extremo dessa posição seja o martírio. Esse sentimento abençoado só pode nutrir quem penetra nos mistérios profundos da compreensão do preço que Cristo teve que pagar para efetuar uma eterna redenção. Segundo, a intimidade nos leva para a dependência, somos varas e Ele é a videira verdadeira. Então há uma dependência completa de Cristo e nenhum cristão pode viver fora dessa vida. Toda vara que está nele, dará fruto, e a frutificação é o sinal da vitalidade espiritual genuína que só Cristo pode nos conceder pelo pode da ressurreição, portanto ele diz ser o caminho, a verdade e a vida , justamente porque a vida que Ele tem é perene, é eterna, e poderosa para nos conceder todas as virtudes necessárias para vencer o medo, o desanimo e a fraqueza espiritual, somos convocados, exortados a nos firmarmos no poder do Senhor e a fortalecermos na força de seu poder. O poder espiritual vem através desse relacionamento, e tendo esse relacionamento seremos cheios do Espirito Santo, e estando cheios do Espirito Santo, então teremos força para resistir o dia mal, aquele dia em que nos chega a tentação de desistir, aquele momento em que pensamos em voltar atrás depois de abandonar o arado do evangelho. Sim, nesses momentos de dificuldades, só aqueles que vivem num intimo relacionamento com Cristo, podem ter resistência diante do dia mal. Como a vara depende completamente da videira para receber força e poder de frutificação e lutar contra a sequidão e a esterilidade. E em ultimo lugar, entendemos que a fé cristã é sublime porque ela está fundamentada no fato de que Cristo morreu e ressuscitou dos mortos, e por isso mesmo estamos colocando nosso descanso e nossa fé sobre fatos históricos, e isso é a diferença nas horas de dificuldades, porque quando passamos por aquelas circunstancias difíceis, quando o absinto amargo parece afogar nosso coração num momento pleno de dificuldades e adversidades, então temos um consolo, uma fonte de refrigério, uma luz que alumia a nossa escuridão, e ainda que seja um vale de sombra e de morte, o Senhor estará conosco porque Ele vive e reina, pelo seculo dos seculos. Essa é a grande esperança a verdadeira vida espiritual que um cristão pode nutrir, porque recebe todos os benefícios de uma pessoa viva e verdadeira, que é o próprio Cristo Senhor dos vivos e dos mortos. É Ele quem nos concede todo o poder espiritual através do Espirito Santo para vencermos as batalhas da vida, correr com fé e perseverança e como Paulo, chegar ao fim da vida declarando que combatemos o bom combate, acabamos a cerreira e vencemos pela fé em Cristo Jesus o Senhor e Salvador, e em Cristo sempre, tendo esse relacionamento com Ele, estaremos seguros em suas promessas e firmes em nossas convicções com relação a obra consumada e perfeita que Jesus Cristo realizou na cruz do Calvário.

Clavio Juvenal Jacinto

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Sobre Danos Espirituais


É próprio da natureza humana não sofrer danos, principalmente quando se trata de danos que podem ameaçar a nossa existência. Os instintos humanos lutam contra toda e qualquer ameaça, a esperança humana é fortalecida por essa regra de ouro, em uma situação psicológica equilibrada, queremos superar e vencer, para poder viver um pouco mais. Eu tenho visto e observado isso durante toda a minha vida e lidei com casos extremos nessas circunstâncias. É um bom sinal que as pessoas se preocupem com a sua vida e existência, porem muitos fogem a regra da realidade maior, a bíblia adverte sobre o dano da segunda morte (Apocalipse 21:8), mas quem realmente está atento a esse fato? Embora nossa atenção esteja se concentrando sobre tudo o que põe em risco a nossa vida, quando uma ameaça se apresenta diante de nós, a maioria porem não consegue enxergar a seriedade do que significa o dano da segunda morte, essa é antes de tudo uma perda em potencia onde a vida com todos os seus sentidos reais é imersa num caos por conseqüência de nossas escolhas. Um dano é um prejuízo, e nesse caso, num sentido escatológico, uma perda irreparável com conseqüências tenebrosas. É o dano da segunda morte uma negação modernista, isso é fato, porem a superficialidade com que se trata sobre o assunto, aqueles que de alguma forma crêem no juízo divino, não contribui muito para a realidade dessa parte crucial do plano divino que terá seu clímax no futuro, quando todos tiverem que acertar as contas com o Senhor. Haverá perdas, não serão prejuízos triviais, serão perdas eternas, danos terríveis e irreparáveis, pois que em suma, há uma quantidade muito grande de pessoas que mesmo professando a fé cristã, são negligentes, e não tratam com este assunto com severidade, preferindo viver uma vida debaixo de uma capa superficial de faz de contas apenas para aplacar a consciência da prevaricação que vem perpetuando em sua própria vida.  A questão é crucial, tenhamos consciência sobre esse fato da danação eterna, e isso nos leva para duas vias de equilíbrio e sensatez, na medida em que vimos a importância dessa verdade  em nós mesmo, correndo para a graça de Deus e descansando na preciosa misericórdia que se manifestou através da obra consumada e perfeita que Cristo realizou na cruz, iremos de imediato bradar, como uma trombeta forte, arautos da urgência, em um mundo cheio de pessoas espiritualmente cegas, tentaremos a todo custo adverti-las que o dano da segunda morte é um abismo logo ali diante delas.

Clavio J. Jacinto

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

A Melancolia da Alma


- As vezes nosso coração mergulha numa ausência de alegria. Algo difícil de expressar, como se fosse uma estação oca, sem sentido, onde nossa alma arrasta-se levando consigo pesados grilhões espirituais. Nosso coração torna-se pesado, há uma dor invisível e cruel, que lateja no fundo do nosso ser, é difícil de entender, porém essa é uma experiência clara dentro de nós. A melancolia é como uma ancora que serve apenas para estacionar nossos lamentos numa tempestade. Nossa vida passa por momentos assim, onde o sentido parece se perder da subjetividade. Nessas horas precisamos revolver todos os entulhos existenciais, para encontrar aqueles momentos alegres, perdidos no fundo de um mar de tristeza, pois ao encontrá-los, surte um efeito muito bom, é como se estivesse num mar de lama escura sobre densas nevoas, mas com os braços estendidos no fundo achasse uma lâmpada a acesa e agarrando com as mãos, trouxesse essa luz a tona, para iluminar a nossa face e dar direção aos nossos olhos.

Clavio J. Jacinto

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Sobre Redenção e Perdão


Eu creio na Obra de Cristo, considero  ela o centro da minha fé, é a base pelo qual repousa toda a minha esperança. Mesmo que seja falho, Cristo é perfeito e eu estou nele, mesmo que eu seja muito limitado, Cristo é perfeito e eu estou nEle, mesmo que mesmo méritos nunca alcancem a justiça exigida por Deus para receber por mérito o perdão de meus pecados, todavia Cristo tomou o meu lugar na cruz e eu nEle recebo rela perdão, creio na obra de Cristo, este é o centro da minha vida espiritual, meu coração descansa nesse fato, e estou completamente nEle,confiando nEle, descanso nEle, confio completamente nEle, e por isso pode também crer que nenhuma condenação há para aqueles que estão em Cristo Jesus, vivo no Consolo do Espírito Santo e no desfrute desse fato precioso

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Suportar a Contradição

É preciso ter o coração blindado pela doutrina cristã e a paciência fortalecida pelas virtudes do evangelho para não se perder o senso de espiritualidade e não ter a consciência contaminada face a tantos falsos cristãos que em nossos dias querem ensinar os outros a viver a verdade, porém vivem submersos no abismo das trevas dos mais crassos e obscuros erros. Há tantos pseudo sábios em nossos dias, querendo se passar por teólogos, propensos há uma vida tão ridícula, que pensam que fezes e mel são a mesma coisa, só porque o aspecto de ambos geralmente é amarelo. E nesse discernimento falido querem apontar a direção,pra quem não segue suas opiniões pautadas na ignorância. Dias dificeis esses que vivemos, Deus tenha misericórdia (C. J. Jacinto)

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Ser Cheio de Cristo

A vida cristã em seu percurso nesse mundo, é uma vida de perdas terrenas. Cristo foi enfático nesse assunto, devemos perder o nosso eu, devemos perder a vida carnal para ganhar a vida espiritual, o grão perde a comunhão do trigo, e então perde a própria vida na terra, para em seguida ressurgir no poder da frutificação. Perdemos tantas coisas, e sofremos com as perdas. Choramos por nossos prejuízos, lamentamos nossas perdas. Todavia, ainda que seja tão dolorosa tais perdas, e mesmo que deixe uma profunda lacuna em nosso coração, devemos permitir que as perdas que sofremos na vida, e o vazio consequente, sejam preenchidos pelo Senhor, de sorte que quanto mais perdemos e permitimos que Cristo preencha essas perdas, então quanto mais perdemos na peregrinação cristã, mais iremos ganhar de Cristo e é exatamente isso que vai fazer com que a vida cristã torne-se uma fonte inesgotável de consolo e esperança. (Clavio J. Jacinto)

quinta-feira, 7 de junho de 2018

A REALIDADE DAS AFLIÇÕES


Renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me (Mateus 16:24). Talvez muita gente tenha sido enganado com relação a fé cristã, ouvindo sermões de auto ajuda ou mensagens positivas, onde o homem encontra a solução para todos os problemas da vida abraçando a fé. Desde que o homem natural entende como problemas, dores, aflições, dificuldades, provações etc., de fato, ele se decepcionará, se abraçar a fé cristã e notar que até certos níveis, seus problemas se agravaram. Cristo ensinou que no mundo teremos aflições (João 16:33). Não quero desencorajar ninguém a não aceitar a salvação de Cristo e seguir o Salvador. Não há nada mais glorioso do que a consolação do Espírito Santo e viver sossegando a alma redimida nas promessas das Escrituras. Martin Lloyd Jones adverte: “Não há falácia maior do que imaginar que no momento em que um homem se converte, tornando-se crente, todos os seus problemas são prontamente são solucionados e todas as suas dificuldades desaparecem”. Isso porque o homem convertido já vai perceber ser o velho homem dentro dele um grande problema. O caminho da glória pode ter lagrimas, assim como o caminho do inferno, alegrias. Andar com as mãos no arado, não significa tirar férias no Caribe. Tomar a sua cruz, não significa flutuar em prazeres egocêntricos e negar-se a si mesmo é o oposto de subir níveis de sucessos pessoais para arrancar a admiração e a glória dos homens. Quando pregadores escondem isso das pessoas, estão sendo parciais. É muito fácil colocar as pessoas para dentro de um mundo de fantasias religiosas. E não é admirável que muitos vivam nessas fantasias, ainda que a bíblia ensine exatamente o contrario. É muito fácil ser induzido a ilusão de uma religião superficial, de faz de contas. As pessoas estão prontas a dizerem amém quando alguém proclama “Tudo posso naquele que me fortalece” porém negam-se a estudar o contexto dessa declaração. Preferem viver debaixo de fabulas, na fantasia do triunfalismo emocional. Que a vida espiritual que emana da verdadeira fé é uma benção maravilhosa, disso não temos duvidas. Que somos desafiados a batalhar e não descansar isso é um fato! Assim como declarações mais profundas como a de sermos reputados como ovelhas para o matadouro ser uma realidade bíblica, e jamais podemos evitar isso. Corremos com paciência a carreira que está proposta, os desafios são constantes, um cristianismo popular não é bíblico, se é bíblico, então não é popular. E já que no mundo teremos aflições, sejam as dores da vida, o selo que vai autenticar a nossa fé na providencia e na sabedoria de Deus.

Clavio J. Jacinto

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