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segunda-feira, 4 de abril de 2022
segunda-feira, 3 de maio de 2021
sábado, 28 de dezembro de 2019
As Quatro Estações da Vida
As
Quatro Estações da Vida
Quando eu peregrino
percorri os anos
Aprendi em percalços e
tantas dificuldades
Em todas incompreensões
e traições
Que o caminho que
percorremos não é fácil
Entre as sombras das
arvores
Abaixo de um imponente
céu azul
Sentindo o frescor da
brisa da manhã
Pássaros cantarolando a
suma gratidão
Conclui depois de uma
singela reflexão
La no profundo dentro
de meu coração
Que a vida deve ter
etapas em tantas situações
Por fim devemos viver
em quatro estações:
Primavera: Sejamos como
ela, pois assim como as flores fazem a natureza ainda mais bela, devemos ser de
tal modo como essa estação, não importa quantas tempestades chegaram, mas
nenhuma delas jamais impediu uma rosa de desabrochar. Assim mesmo diante de
todas as dificuldades, façamos que a vida se torne mais bela e mais colorida aos
outros.
Outono: Sejamos como
ele, pois ainda que os ventos soprem sobre as flores, todavia, muitas delas resistem
ao ponto de darem os mais doces frutos aos homens, assim cada um de nós,
vivendo em meio a tantas turbulências na vida, possamos dar a todos a nossa
volta, a doçura da bondade e o aroma do amor.
Verão: Não importa o
quão escura seja à noite, ainda que as nuvens escondam todas as estrelas, ainda
que todas as luzes artificiais se apaguem, mas a aurora chega com esplendor, e traz
consigo muita luz e calor. Assim sejamos nós, pois mesmo que tanta escuridão
reine na humanidade, ainda que tantas sombras insistam em nos rodear, sejamos
pacientes e deixemos um legado de luz e calor a todos a nossa volta.
Inverno: é aquela
estação do frio e das chuvas do orvalho que se faz geada, e assim também devemos
nós, irrigar a esperança de muitos desesperados, levar algum orvalho que sirva
de refrigério aos desalentados, que possamos levar água fria aos sedentos e
como a neve que tece a tapeçaria das colinas embranquecidas, sejamos ousados em
dar cobertura aos que se encontram desnudos e que a brancura da humildade sejam
os vestidos de nosso coração.
(Autor: Clavio J.
Jacinto)
segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
Falso profeta
Gritas no cais da desordem que serás, mas não fostes
Em prognósticos errastes a datação e chegastes ao limiar
Como fóssil em terras sem lei, o fútil ao vinho e difamar
O nome sagrado a quem reténs a falsa e confusa inspiração
Em prognósticos errastes a datação e chegastes ao limiar
Como fóssil em terras sem lei, o fútil ao vinho e difamar
O nome sagrado a quem reténs a falsa e confusa inspiração
Não caíram as montanhas sobre ti, por teus erros
Que dá pátria do hades, inferes o teu próprio desterro
Como algodão ao vento que retorna ao pobre deserto
Em babel confusão, danças na condição de réu incerto
Que dá pátria do hades, inferes o teu próprio desterro
Como algodão ao vento que retorna ao pobre deserto
Em babel confusão, danças na condição de réu incerto
E digas à fantasia que será mais impura e verdadeira
Nos átrios da loucura o transitivo berço do fanatismo
Se nas caladas do fel, tuas palavras confusas vaticinando
A predição do blefe, o fim do teu mundo e o cinismo
Nos átrios da loucura o transitivo berço do fanatismo
Se nas caladas do fel, tuas palavras confusas vaticinando
A predição do blefe, o fim do teu mundo e o cinismo
Ai daqueles que te seguem por ardilosa cegueira
No clamor falso e a fraude de teus místicos sentimentos
Vai em retumbantes gritos de pseudo clamores
Pois do engano pariu no ermo os mais amargos relentos
No clamor falso e a fraude de teus místicos sentimentos
Vai em retumbantes gritos de pseudo clamores
Pois do engano pariu no ermo os mais amargos relentos
Que do êxtase de falsos fogos de artifícios espirituais
Espreita-te na mata como serpente descalça e selvagem
Nas palavras que hipnotizam, ai de teus pobres seguidores
Dilacerados no estreito do abismo, em vendavais voragens
Espreita-te na mata como serpente descalça e selvagem
Nas palavras que hipnotizam, ai de teus pobres seguidores
Dilacerados no estreito do abismo, em vendavais voragens
Tens a lua fria na noite de tuas sombras mais tímidas
Na sinfonia das apólices dessas sinistras e tantas falhas
Como ébrio em tinturas de seda e o coice da navalha
As fabulas que apagaram a tua décima e memorável centelha
Na sinfonia das apólices dessas sinistras e tantas falhas
Como ébrio em tinturas de seda e o coice da navalha
As fabulas que apagaram a tua décima e memorável centelha
Desce do furacão e apaga o teu pobre espetáculo
Põe em ti a ultima vaidade que ainda pouco resta
Porque teus erros perpetuados ainda são muito mais pesados
Para carregares tão vil fardo de tantas vezes ser falso profeta.
Põe em ti a ultima vaidade que ainda pouco resta
Porque teus erros perpetuados ainda são muito mais pesados
Para carregares tão vil fardo de tantas vezes ser falso profeta.
Vi acesa a lâmpada que revela arte de teu claustro
Entre as lapides destiladas na lamina que singela teu enterro
Pois que vagando por terras e campos feridos e sem astros
Perturbastes a terra e invocastes o espírito do erro
Entre as lapides destiladas na lamina que singela teu enterro
Pois que vagando por terras e campos feridos e sem astros
Perturbastes a terra e invocastes o espírito do erro
Clavio J. Jacinto
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
AS ONDAS DO MAR
As águas desse naufrágio se agitam
Nessa pobre areia, a alma do castelo
Como flores que brilham na viva praia
Esplendor firme desse dia mais belo
Por essas ondas que agitam a paciência
Berçário de tantas tempestades anormais
Nos rochedos fortes, açoute e beijos
Como suspiro de uma nau que se desfaz
É nesse sóbrio colossal das aguas
Que nasce a fé, não cega, a fonte do amor
Quando as fúrias sopram em vagos ventos
Eu velejo por cima das ondas do horror
Pois a fé que remove montanhas alicerça
As virtudes e apertam os laços da esperança
Que amarram minha alma em Cristo e seguro
Suas santas mãos, me protegem em segurança
Clavio J. Jacinto
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
AURORA RESPLANDECENTE
Faz resplandecer meu Deus
A luz do eu evangelho
Sobre a estrada empoeirada
Desses pobres pecadores
Que amam tanto a escuridão
A luz do eu evangelho
Sobre a estrada empoeirada
Desses pobres pecadores
Que amam tanto a escuridão
Alcança essas almas mortas
Apegadas ao breu dos pecados
Onde os gritos são urnas funerarias
Que aprisionam os prantos dos perdidos
Apegadas ao breu dos pecados
Onde os gritos são urnas funerarias
Que aprisionam os prantos dos perdidos
Faz nascer a esperança gloriosa
Nesse ermo de torturas que é o mundo
Nesse campo de batalha de amargo sangue
Onde as incertezas tanto germinam
Nesse ermo de torturas que é o mundo
Nesse campo de batalha de amargo sangue
Onde as incertezas tanto germinam
Brilhe o brado da cruz, tal gemido
Onde a consumação perfeita ilumina
O vale dessas penúrias inflamadas
Ondo o ranger do fel tanto aflige ao homem
Onde a consumação perfeita ilumina
O vale dessas penúrias inflamadas
Ondo o ranger do fel tanto aflige ao homem
Faz resplandecer meu santo Deus.
A dignidade da tua graça tão infinita
Manto que cobre nossas vergonhas
Pois se de ti não vier um brilho de esperança,
Não haverá sobre nós, uma aurora de bondade
A dignidade da tua graça tão infinita
Manto que cobre nossas vergonhas
Pois se de ti não vier um brilho de esperança,
Não haverá sobre nós, uma aurora de bondade
CLAVIO J. JACINTO
sábado, 10 de fevereiro de 2018
A MINHA ALMA NO CALVÁRIO.
As cordas e grilhões me atrapalham
As cores da minhas falhas me assustam
Não da pra fazer de conta nessa luta
A batalha é épica e a dor tão imensa
As cores da minhas falhas me assustam
Não da pra fazer de conta nessa luta
A batalha é épica e a dor tão imensa
Quais cais de uma grito que sufoca
Nas folhas dessa face que tanto inspira
As almas tiranas de todos os conflitos
A essência perfumada de todos os gritos
Nas folhas dessa face que tanto inspira
As almas tiranas de todos os conflitos
A essência perfumada de todos os gritos
Eu prisioneiro de olhos e algemas do coração
Quem me arranca desse lodo tão silencioso?
Do palco desse mundo vil e asqueroso
Das garras dos abrolhos que Adão plantou
Quem me arranca desse lodo tão silencioso?
Do palco desse mundo vil e asqueroso
Das garras dos abrolhos que Adão plantou
As montanhas são feridas por arados
Os mares por aços de velas de naufragios
Eu por meus pecados sou triturado
Como verme, na pupa, crisalida, um estagio
Os mares por aços de velas de naufragios
Eu por meus pecados sou triturado
Como verme, na pupa, crisalida, um estagio
Quais rochas estendidas num cenario
De estrondo universais, a lamina do Calvário.
relâmpagos e noite que esconde a tarde
Lá no centro eterno da minha redenção
De estrondo universais, a lamina do Calvário.
relâmpagos e noite que esconde a tarde
Lá no centro eterno da minha redenção
De guerra mortal, vi o cordeiro mais manso
Num pranto quieto, da cruz meu descanso
Olhei vi o vinagre e o sangue derramado
Os grilhões da alma, por Cristo quebrados
Num pranto quieto, da cruz meu descanso
Olhei vi o vinagre e o sangue derramado
Os grilhões da alma, por Cristo quebrados
Clavio J. Jacinto.
segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
VIVA E EFICAZ
VIVA E EFICAZ
Que a palavra santa e inerrante, viva e eficaz
Penetre no profundo do meu coração
Seja o revestimento da minha alma fria
A luz de todas as minhas ações humanas
Que a palavra que é o mais sagrado pão
Nutra a minha fé e a real esperança
Revista da mais pura misericórdia divina
Todas as minhas palavras e todos os pensamentos
Que a palavra que é martelo e fogo
Quebre a dureza de minhas indiferenças
Rompa as barreiras de
minhas insensibilidades
Para destruir todos os erros dentro de mim
Que a palavra sopre com poder sobre mim
Concedendo refrigério e doçura mais preciosa
Para que nos momentos de rígidas amarguras
Possa encontrar em Cristo refugio perfeito e seguro
Que a palavra, tão preciosa e santa, viva e eficaz
Seja a força do meu viver cristão, farol do meu oceano
Alento pro coração em tempos de tão duras provações
Bussola que conduza meus passos até o infinito em Deus
sábado, 13 de janeiro de 2018
O CAOS DA VIDA PERDIDA
Agora homem, quando em densa noite te encontras
Nas ilusões, feres tua esperança desgastada
Buscando em vãs veredas, uma vazia alegria
Mas que na mais terrível dor da tenra frieza
Acabas bebendo dos fluidos das mais temíveis tristezas
Que embriaga a alma em sonhos baldios
Onde o velório todo o dia consome os mortos
Tu que busca um pedaço de vida além
Gasta toda essa vida com vícios e desalentos
Desconstruíndo os seculos em teus momentos
Numa fuga da luz que aponta a deslealdade
Tua alma faminta pede muito pão
Mas deste a ela, pobre e dilacerada, o pó
Prazeres que foram moídos em poluída mó
Asquerosos caminhos são teus vãos destinos
Como uma pedra bruta sem joalheiro
Quem dera-te comprar a eternidade com teu dinheiro
Mas pobre és quase sem tudo e nada
Nos subúrbios de uma vida passageira e devassa
Repousas no ninho e relento sem teto
Precisas com urgência de tão terna graça
Daquela que em prantos, o orgulho faz a discórdia
Não queres aceitar, mas tu mesmo perecerás
Se de Deus bondoso não aceitares toda a misericórdia.
Clavio J. Jacinto
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
Amor que Transforma
Quando vosso amor vestir-se de todas as virtudes raras
Seus frutos serão mui abundantes como a plenitude do outono
O perdão será um diamante incrustado na coroa dos
sentimentos
A paciência será mais
doce e o afeto mais firme
O sorriso então desabrochará como as mais lindas flores
As palavras terão sentidos, as ações serão douradas
Vosso rosto brilhará como as estrelas prateadas
A perseverança será
tão forte, quanto as ondas do mar
Haverá um triunfo da aurora porque a luz é o triunfo sobre a
noite
A justiça reinará onde o coração bondoso se aconchega
A compreensão moldará os detalhes das palavras sinceras
A compaixão em fogo estará acesa no caminho existencial
Sim! Quando o amor vestir-se de todas as virtudes
Estarás preparados para viver sem o devasso orgulho
Despojados serás de todas as sutis vaidades do engano
A glória da verdadeira felicidade cintilará como rubis em
fogo
As montanhas do egoísmo mais tristes serão removidas
No vale da humildade entre orvalhos e relvas, ouvirão vossas
canções
Será tu mais humano e por dentro, totalmente mais sensível
Se verdadeiro for vosso amor, abraçando as virtudes mais
raras.
Clavio J. Jacinto
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Derramado
DERRAMADO
És refugio de minha alma mui grande esperança
Tu és meu amado, meu coração É tua morada
O cântico que desabrocha em minha alma redimida
Me faz viver o momento esperando dia e noite por ti
No caminho desse amor. prossigo te amando
Deus meu, que em sagradas paginas se revela
Em Verbo vivo misericórdia e benevolência
Tua providencia e redenção, minha alma anela
és refugio seguro que tanto me consola
Meu amado, que me amando, me faz mais ser
O cântico da mais pura devoção que se eleva
Eu te espero mais e mais, és a vida que me faz viver
Quando enfim,ao me amar, me fez amado
Porque me amando, também meu amado és
Por não ter na terra, onde mais ficar prostrado
Minha alma se derrama completamente aos teus pés.
Clavio Juvenal Jacinto
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Rebeldia
Eu insensato corria da
fé
A sós em dó de amargura
Na noite terrível escura e fria
Era o pecado, eu quem
O mal sempre perseguia
Eu egoísta sempre
abstrato
Da verdade, incauto sempre fugia
E com rancor e ira, tão teimoso
Voraz pobre fome, o erro que perseguia
Nessa fuga louca, tão
desmedida
A voz branda, ouvir, eu surdo, não queria
Nas delicias da asquerosa lama eu prazeroso
O fétido odor tão sujo e eu não sentia
Mas de amor tão
insistente, fui tocado
Na alma de meu coração fosco e falido
Por Cristo que insistente, de mim nunca desistiu
Me alcançou quando por ELE fui perseguido
Ah doce e esplêndida
misericórdia divina
Que fez florescer minha noite em lindo dia
Por teu grande amor insistente, me alcançaste
Injusto, logo eu, que de Ti, nada merecia...
Clavio J. Jacinto.
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
Vermelho Inocente
Em mar de sangue e dor sofreu
Puro e imaculado, tão santo
Na cruz padeceu
Tão bendito e inocente
Manso e corajoso
Banhado nesse vermelho inocente
Todos meus lamentos libertos lá
Nesse madeiro de vergonha e a transfusão
O preço precioso do perdão
Ai de mim se for tão ingrato
Ainda mais vil serei,
Se não me arrepender de mim mesmo
No desdém de meus infames atos
Não converter-me, ao teu santo amor
E não calar-me de vergonha
Ao ver todas as feridas do meu Salvador
Clavio J. Jacinto
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
Ziziphus Spina Christi
Ziziphus Spina Christi
Perfurado a vida
dolorosa desse mundo pobre
Cheio de rebeldes
almas num vale de sombras angustias
Desce em degraus de
tormentos, um santo
No paladar do amargo
fel, Ele bebe
De todas as taças onde
escoam nossas escórias.
Fardo a fronte de quem
pregava o amor
Do rosto que
sustentava a visão de todas as
misericórdias
Do berço a estrebaria,
o feno e a palha fria
Uma coroa de opróbrio
esfacelava a honra
A semente da injuria
cravada na região frontal
Agulhas ímpias cravadas
na carne
Imergem num batismo de
violentas aflições
No rebaixamento de Rei
eterno a mortal flagelado
Na face inundada de
saliva de seus carrascos
Levou consigo, meu
atroz silencio e meus gritos vorazes
Rasgada a noite de
todas as trevas
Oceano de escuridão
que cobre tão insana infâmia
Uma coroa cravada em
meu Rei
Consome toda a honra e
devasta todo o respeito
Era eu quem devia
estar lá.
Que cena cruel naquele
tormento Calvário
As rosas se
envergonham, por causa de seus espinhos
Num réu inocente,
cravaram uma brutal coroa
Em honra de quem ia
conquistar o império da morte
Depois de três dias,
no repouso de uma brutal batalha
Os espinhos cruéis
como rudes fios de navalhas
Um ardor da alma que a
paixão derramou
Foi o Rei da nossa
vergonha ao silencio do tumulo da terra
Depois das trevas a
aurora eterna iluminou
Coroa de honra, pra ELE,
que do pecado venceu a feroz guerra
Clavio J. Jacinto
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Xylon Didymon
Xylon Didymon
Das correntes do pecado fostes arrastado
Em tronco cruel, as áspides de minhas iniquidades
Açoitaram teu amplo coração
Como chuvas de fel, oceano de absinto
Meus ignóbeis pecados
Os açoites tocam uma opera de horror
dilaceram até carcomer a face pura do Salvador
As estrelas choram e as flores murcham
O madeiro pulsa a destruição de todos os calices
Como um eco do bramido de todos os medos
Sustenta o patíbulo a orla das dores
A ferocidade de todos os escárnios
Desdenham de um rei vestido de sangue
Um bendito num lugar maldito
Ele, na paciência de um cordeiro manso
E eu apenas contemplo em santo silencio
No castelo insipido de minha consciencia
Pensando na graça divina no seu coração
Pois de outra forma. padeceria tão dura condenação
Entre os mais infiéis da terra.
Num madeiro tomaste os meus anatemas
Levastes consigo minhas ações execraveis
Por amor e somente amor, suportastes
A grave condenação que selava meu pobre destino
Estou ciente, não sou merecedor de tua misericórdia
Apenas em meu coração
Deixo crescer dia após dia, aquela virtude humilde
Que fortalece a alma e o coração
Para que do agora a até a eternidade
A gratidão nunca se apague dentro de mim...
Clavio J. Jacinto
terça-feira, 18 de julho de 2017
Na luz do Salvador
Na luz do
Salvador
Do profundo escuro, ser
que eu outrora era
Numa amarga noite
quase eterna
Em que minha pobre
alma, em dores jazia
Presa em pecados,
tanto gemia
Vivendo todas as ânsias,
uma vida vazia
Vi o resplendor como
aurora
A luz Excelsa, que
fez a escuridão ir embora
Que fez despertar
minha alma do sono
Do mórbido pântano de
meus pecados
Vi eu minha vida tão
pobre e falida
Chamada desse obscuro
e vil viver
A luz pura de glória
e graça iluminou
Como o amanhecer em palácios
de orvalhos
Deus agindo em meu
resgate
Deu seu Único Filho
para morrer por mim
Oh bendito amor e
divina misericórdia
Libertou-me das
trevas mais horrendas
Tirou minha alma do
abismo e me salvou
Por seu Filho Eterno
que por mim morreu
Em terríveis dores,
minha sentença suportou
Com seu precioso e
puro sangue me comprou
Hoje minha vida que
outrora era trevas e horror
É salva e segura, no Reino do Filho do seu amor
CJJ
segunda-feira, 26 de junho de 2017
Veredas Perfeitas para a Alma Transformada
O verdadeiro cristão é peregrino
Nunca vende sua alma para o mundo
Não tem seu coração voltado para a Babilônia
Nem apega-se aos prazeres passageiros
O verdadeiro cristão não tem aqui, um descanso
Nunca abandona o campo de batalha
Não se cansa de fazer o bem e depende da graça
Não se apega as promessas do mundo caído
Um verdadeiro cristão não tem pátria na terra
Nunca cessa de clamar apaixonadamente "Maranatha"
Ele sabe que sua herança é celestial
Seu coração já habita dentro da eternidade
O verdadeiro cristão é um peregrino
O mundo passa e com ele tudo o que não permanece
E em todas as dificuldades, ele não se esquece
Cristo morreu por ele, e voltará para buscá-lo...
Clavio J Jacinto
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Como um Relâmpago Atroz
O relâmpago atravessa o oriente e o ocidente
Ecoam os trovões e quebram a santa serenidade
Os povos do mundo tremem!
O silencio medroso foge!
As almas impenitentes se assustam
As almas estremecem...
Dispara o rimbombar de todos os corações
As nuvens escuras assustam o cosmos
é a varredura de todas as vaidades
É o estabelecimento da reta justiça
Num abrir e piscar de olhos.
Virá o juízo...
Clavio Juvenal Jacinto
Sem Medo da Tempestade
Não receio a tempestade
O sol sempre brilha com mais força
Depois que ela passa
Não receio a tempestade
As águas irrigam as flores do campo
Quando as chuvas caem
Não receio a tempestade
Porque os mananciais só transbordam
Quando há muitas chuvas
Não receio a tempestade
O SENHOR estará comigo
Quando os ventos soprarem
Por mais densas que sejam as nuvens
Por mais forte que soprem os ventos
Nada poderá apagar a minha confiança em DEUS.
Clavio Juvenal Jacinto
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