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quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

O ESPIRITO DO ERRO E OS ULTIMOS DIAS


 

Em Mateus, capítulo 22, versículo 42, o Senhor Jesus dirige uma indagação aos seus apóstolos. Essa pergunta representa um marco decisivo, de substancial relevância não apenas para a Sua época, mas também para a contemporaneidade. De fato, a figura de Cristo, independentemente de filiação ou perspectiva, tornou-se inegavelmente um ponto de grande controvérsia, tanto no hemisfério ocidental quanto no oriental, abrangendo tanto o universo da fé cristã quanto esferas externas a ela.
 Jesus formula essa questão fundamental que, como já mencionado, é intrinsecamente capaz de definir e determinar o destino de cada indivíduo, conforme a resposta que lhe for atribuída. É uma pergunta de profunda pertinência, cujo eco ressoa através dos séculos. Por essa razão, o Espírito Santo assegurou seu registro nos evangelhos, por intermédio dos evangelistas, pois sua resposta, em certa medida, molda o nosso destino.
 A referida indagação é encontrada em Mateus, capítulo 22, versículo 42, onde Jesus pronuncia: "Que pensais vós de Cristo?". Trata-se de uma questão de singular pertinência para a contemporaneidade, tal como o foi na era de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Isso se deve ao fato de que, no capítulo 16, observamos diversas pessoas nutrindo um conceito equivocado acerca da identidade de Jesus. Alguns afirmavam que o Filho do Homem era João Batista Redivivo; outros, Elias; e ainda outros, Jeremias ou um dos profetas. Embora tal identidade conferisse a Cristo certa respeitabilidade e dignidade, todavia, Sua grandeza é incomensurável. As Escrituras Sagradas comprovam, de forma irrefutável, que Ele vai muito além da figura de um profeta, de um sacerdote ou de um Rabi. Ele é, indubitavelmente, o Filho de Deus.

 De modo análogo, emerge uma segunda indagação, de idêntica relevância, a ser proferida por um indivíduo desprovido de fé e piedade.   No confronto com o Senhor, durante o julgamento que culminaria na condenação de Jesus à cruz, Pilatos eleva sua voz para abordar o fulcro de uma questão essencial. Esta, longe de ser meramente filosófica, revela-se, no contexto neotestamentário, uma indagação de natureza intrinsecamente espiritual. Em João 18:38, é enunciada essa portentosa pergunta, cuja profundidade se equipara àquela registrada em Mateus 22:42. Assim, Pilatos se volta para Cristo e formula a questão: O que é a verdade?
 Dessa forma, duas perguntas são formuladas e, embora em contextos distintos, estão intrinsecamente conectadas por uma essência, por um fundamento que se manifesta em todas as escrituras. Visto que o próprio Jesus, em João 14:6, declara ser a verdade ao proferir: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". Desse modo, a resposta que se revelava a Pilatos — e, por extensão, a solução para nossas indagações existenciais, o sentido da vida e de todas as coisas — encontra-se plenamente em Cristo Jesus. Ele é, de fato, a resposta, transcendendo a mera concepção filosófica. Filósofos, a exemplo dos gregos, apenas tatearam a verdade.

 Como Paulo elucida em Atos dos Apóstolos, embora eles buscassem a Deus, essa procura era intrinsecamente deficiente, e tal deficiência sempre persistirá. A plena revelação da verdade, por sua vez, manifesta-se unicamente através de sua pregação, fato este elucidado em Romanos 10:8-10.
 Na contemporaneidade, observa-se a tentativa de estabelecer uma distinção entre o Cristo da História e o Cristo da Fé. Essa abordagem sugere, com um viés reducionista, que a relevância do Cristo histórico é nula, contanto que subsista a crença em um Cristo da Fé. Em outras palavras, tal postura visa a despojar a figura de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, de sua substância existencial, reduzindo-o a uma mera figura metafórica, cujo escopo se restringe ao Novo Testamento. Sua importância, assim, seria exclusivamente teológica, desprovida de ancoragem no domínio factual ou histórico.

 Essa desconsideração do cristianismo histórico manifesta-se de maneira insidiosa e velada, como se a questão do Jesus histórico – um homem que, de fato, viveu em nosso meio e cuja existência se deu em um contexto temporal, espacial e histórico concreto – fosse de somenos importância. A negação dessa realidade compromete a estrutura essencial e subverte os fundamentos da mensagem evangélica. Constitui-se, portanto, em uma doutrina equivocada e espúria, cuja manifestação remonta aos primórdios da era apostólica. Tal equívoco era impulsionado por uma força que insuflava falsos profetas e doutores a proclamar um Cristo desvinculado de qualquer dimensão histórica, espacial, temporal ou material.
 Nos primeiros séculos da era cristã, durante o período de atuação dos apóstolos Paulo e João, emergiu um movimento controverso. Este movimento, impulsionado por uma influência espiritual considerada errônea, já operava no seio da comunidade apostólica. Uma de suas principais características era o questionamento da cristologia, especificamente a negação da encarnação do Verbo. Essa corrente de pensamento, presente por muitos anos na Igreja Primitiva, teve diversos representantes, cada um defendendo suas próprias interpretações e desvios doutrinários, conforme evidenciado pelo registro histórico.
 O movimento gnóstico, também conhecido como gnosticismo, possuía características específicas. É possível identificá-las em quatro pontos principais: primeiramente, negava a autoridade do Antigo Testamento como escritura divina; em segundo lugar, rejeitava o Deus descrito no Antigo Testamento, atribuindo-lhe um caráter maléfico, comparável a um demiurgo; em terceiro, contestava a historicidade da encarnação do Verbo, considerando que a divindade não poderia assumir uma forma humana; por fim, o gnosticismo manifestava-se em dois extremos: um mundanismo permissivo, que defendia a irrelevância do corpo e a necessidade de destruição da matéria, justificando a prática do pecado como meio de fazê-lo; e um ascetismo rigoroso, que promovia o isolamento do mundo e a prática de exercícios espirituais próprios, visando a alcançar objetivos religiosos individuais.

 Concluímos, portanto, que o movimento gnóstico visava apresentar uma nova doutrina, considerada falsa, que impedia, sobretudo, a encarnação do Filho de Deus. Na cosmovisão gnóstica, a possibilidade de Deus se manifestar em carne era completamente excluída. Dessa forma, havia uma negação integral de um Cristo que transcendia o espaço, o tempo e a matéria. Essa ideia era vista pelos gnósticos como algo praticamente impossível, uma impossibilidade intrínseca. Acreditavam em um Deus que, em sua visão, não possuía o poder ou a capacidade de transcender seu trono, de intervir neste mundo e se revelar aos homens. Ao longo dos séculos, o gnosticismo se ramificou em diversas vertentes. Em sua essência, o movimento se fundamenta em uma única premissa: a rejeição da divindade de Cristo e, consequentemente, da possibilidade de Deus se encarnar. Essa é a questão central que define a natureza do erro gnóstico. Atualmente, observa-se uma tentativa de separar o Cristo histórico do Cristo da fé, baseada em supostas inconsistências históricas, que, na realidade, não se sustentam. Os que negam a fé recorrem a diversas estratégias e desonestidades para refutar a historicidade de Cristo. É importante notar que religiões como o Islã também negam a encarnação do Verbo. A negação da encarnação questiona a veracidade do Espírito Santo, que inspirou os autores do Novo Testamento, os quais afirmam a encarnação do Verbo. Essa afirmação é evidente não apenas nos escritos do apóstolo João, mas também na Epístola aos Hebreus. Portanto, a negação da encarnação do Verbo ataca o cerne do Evangelho, destruindo sua mensagem central.

 No contexto da doutrina da encarnação, o objetivo foi que Cristo assumisse a natureza humana, a fim de se tornar o substituto penal, oferecendo uma expiação vicária. Dessa forma, encontramos um fundamento essencial e inegociável: a obra consumada e perfeita que Jesus Cristo realizou na cruz do Calvário. Ali, Ele Se ofereceu como sacrifício, através do qual Deus, em Sua ira contra o pecado, condenou o pecador em Cristo. A cruz, portanto, constitui-se como um tribunal onde a sentença de muitos pecadores foi executada, quando a ira divina recaiu sobre o Senhor Jesus. Ao assumir os nossos pecados, Ele suportou a nossa condenação, a fim de proporcionar a salvação através do Seu próprio sangue, do Seu corpo, como propiciação e sacrifício aceitável a Deus. Esta é a ideia central do Novo Testamento. O espírito do erro, contudo, continua a atuar no mundo, procurando negar essas verdades fundamentais.
 A compreensão de que a origem do erro reside em Satanás, o pai da mentira, a antiga serpente e o diabo, é corroborada pela doutrina da encarnação do Verbo. A encarnação do Verbo, seu ministério e sua morte na cruz do Calvário, culminando em um triunfo definitivo sobre o império das trevas, constitui um ensinamento central e inquestionável das Escrituras. Negar a encarnação do Verbo equivale a negar a vitória de Cristo sobre principados, potestades e o pai da mentira.



Essa doutrina é fundamental, como atesta Hebreus 2:14: "Visto, pois, que os filhos têm participação comum na carne e no sangue, também ele (Cristo) participou das mesmas coisas, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo." Consequentemente, a rejeição da doutrina da encarnação do Verbo é, em essência, uma tentativa de negar o triunfo de Cristo sobre as forças espirituais do mal, conforme descrito em Colossenses 2:15. O diabo e o espírito do erro buscam impedir que os pecadores compreendam que a cruz representou não apenas a derrota do pecado e da morte, mas também a aniquilação do império do diabo, como evidenciado em Hebreus 2:14.
 Negar a encarnação do Verbo Divino equivale, em essência, a negar o próprio amor de Deus, pois foi por amor que Deus enviou Seu Filho unigênito para morrer pelos nossos pecados. Mediante esse ato da encarnação, Deus propiciou nossa redenção eterna, alcançada, contudo, por meio do sacrifício de sangue, o sangue de Cristo. Atesta-se em Atos dos Apóstolos, capítulo 20, versículo 28, que a Igreja do Senhor foi adquirida por sangue divino, um sangue literal, puro, perfeito e imaculado, derramado por Cristo na cruz do Calvário. Desta forma, a negação da encarnação, que constitui o cerne da história e encontra seu ponto focal na cruz, implica na negação do amor, da redenção, do Antigo e do Novo Testamento, da revelação divina e da providência divina concernente à salvação dos pecadores destinados à perdição eterna.
 Relembremos Mateus, capítulo 16, versículos 13 a 16, onde Jesus questiona seus apóstolos sobre a identidade do Filho do Homem. Jesus pergunta: "Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?". As respostas apresentadas foram diversas, mas todas se mostraram imprecisas. Alguns identificavam-no como João Batista, outros como Elias, Jeremias ou outro profeta. Percebe-se que a imagem de Jesus era a de um profeta notável, um sábio proeminente da antiguidade, alguém com uma posição de destaque espiritual ou religioso, semelhante à forma como algumas religiões, como o Islamismo, o apresentam. Essa perspectiva, na qual Jesus é visto apenas como um grande profeta, foi considerada equivocada por Ele.

Diante disso, Pedro respondeu: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo". Essa confissão de fé é de suma importância e determina nosso destino. Nossa vida se transforma a partir do momento em que professamos a crença de que Jesus Cristo veio em carne. Ao chegarmos à primeira epístola universal do apóstolo João, capítulo 4, versículo 6, encontramos a questão da prova dos espíritos: aqueles que são de Deus e aqueles que não o são. Os que são de Deus se caracterizam por confessarem que Jesus Cristo veio em carne. Portanto, nesta passagem, reside o fundamento para discernir a luz espiritual, distinguindo o espírito da verdade e o espírito do erro. É imprescindível considerar outro aspecto relevante: sem a encarnação do verbo, a ressurreição é impossível. Isso se aplica tanto à ressurreição de Cristo quanto à dos santos. Sem a ressurreição, a essência do cristianismo se esvai. Aquele que nega a ressurreição de Cristo, implicitamente, declara a falsidade de Deus e a inutilidade da mensagem da cruz. Sem a ressurreição, a glorificação de Cristo não se concretizaria. Sem a ressurreição, Cristo não retornaria à sua glória, em um corpo glorificado, e a nova aliança não seria inaugurada. A instituição de uma nova aliança é dependente do derramamento de sangue. Portanto, como observamos na Epístola aos Hebreus, o sangue de Jesus Cristo detém uma importância fundamental para o estabelecimento dessa nova aliança. Consequentemente, a morte e a ressurreição de Cristo desempenham um papel crucial na distinção entre a verdade e o erro. Desta forma, reitero a ideia central que tenho exposto: O que pensais, seguidores de Cristo?
 A questão fundamental, conforme estabelecida por Jesus Cristo em Mateus, capítulo 22, versículo 42, questiona a natureza de Cristo. Considera-se este ponto crucial para o espiritualismo e outras religiões, como o Islã. Todas as correntes religiosas que refutam a encarnação do Verbo, incluindo aqueles que, movidos pela descrença, empregam argumentos falaciosos para negar a divindade de Cristo, encontram-se sob a influência do espírito do erro. Esta é uma questão fundamental para nossa compreensão, pois o espírito do anticristo, em última análise, se manifestará plenamente através dessa negação. O gnosticismo e suas diversas ramificações buscam um Cristo, mas um Cristo desprovido de divindade, não o Verbo. Pretendem apresentar um profeta, um homem de grande influência na filosofia e na sabedoria, mas jamais um Deus encarnado. Para o espírito do anticristo, a encarnação de Deus é inaceitável. Observamos, de certa forma, que movimentos filosóficos como o ateísmo compartilham dessa mesma postura, defendendo a mesma tese. Nos tempos finais, o espírito do erro e o espírito do anticristo exercerão uma grande influência, buscando apresentar ao mundo um falso Cristo, que nega a plena divindade de Deus encarnado.
 Conforme encontramos nas epístolas universais do apóstolo João, essa inclinação definirá o período final. Ela se manifesta como uma característica proeminente, um ressurgimento do pensamento gnóstico que distorce a cristologia. Tal fenômeno prenuncia uma grande apostasia, que, por sua vez, seduzirá muitos. Que os cristãos verdadeiros e o remanescente fiel do Senhor estejam vigilantes a este sinal.

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terça-feira, 25 de setembro de 2018

Discernimento

Há muita dificuldade em achar pessoas com bom senso hoje em dia, a maior parte das pessoas ou prezam pela conveniência ou se inclinam para o relativismo moral, pior, é que usam a biblia para apoiar seus conceitos e opiniões. Nosso mundo está entrando em colapso, há uma maturação evidente no comportamento social, uma decandencia extrema, que levará a cabo, o colapso da atual civilização. Todavia, pensar assim é uma loucura, como disse George Orwell "Em tempos de mentira universal, falar a verdade é um ato revolucionario" acrescento mais: e ofensivo também. Como o metodo da serpente, primeiro as pessoas precisam ser hipnotizadas, para depois virarem presas. (Clavio J. Jacinto)

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

A IMORALIDADE DO RELATIVISMO MORAL

"Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas, e fazem do amargo doce, e do doce amargo. (Isaías 5:20) A gravidade do pecado se disfarça por trás de certos aspectos filosóficos que permeiam nossa sociedade.   Creio que Deus nunca criou caminhos subjetivos para o homem se perder na ambiguidade. A questão maior nesse problema é: Como lidamos com os paradigmas pós-modernos? Como devemos reagir diante do relativismo moral do espirito da nossa época?  Podemos ver que o mover crucial do relativismo se dá em torno da inversão de valores. Não praticamente uma mudança em si, mas em muitos aspectos, uma reinterpretação dos significados para chegar as conclusões erradas. A igreja moderna, segue o curso desse mundo em muitas áreas, e o relativismo não foge a regra.  O mundo grita por uma sociedade amoral, como se isso liberasse os homens das opressões milenares, Ravi Zacharias advertiu: "Sem sistema moral, o prazer é um caminho certo para a falecia sensual"(A Morte da Razão. Pagina 70).  Porque estamos dormentes diante das mudanças de paradigmas? porque não reagimos de maneira coerente com as mudanças.  Não queremos comprometer nossa segurança e não queremos que ninguém interfira em nossos negócios, portanto silenciamos diante de um mundo, e consentimos de forma silenciosa, para não perdemos a paz e a tranquilidade. É uma especie de trégua, que servirá como uma plataforma que dará ao mundo anticristão, um preparo adequado para atacar os verdadeiros cristãos de forma sagaz, promovendo uma sofrida perseguição contra os santos do Senhor. A tolerância permite que todos os falsos religiosos, filósofos, falsos profetas se unam, essa é a síntese do relativismo, permite que os opostos estejam unidos numa causa comum, é ecumênica na sua base, e relativista nas suas raízes.  Leonard Ravenhill certa vez advertiu: "Estamos vivendo em tempos sem precedentes, quando o mal não é mal, temos mudado a terminologia: A iniquidade agora é enfermidade, a impiedade agora é fraqueza moral, a maldade agora é deficiência".  Essas mudanças acontecem num contexto religioso também, a igreja moderna está contaminada com o relativismo, quando enfraquece a sua moralidade em meio ao mundo corrompido. E porque ela está comprometida? porque a igreja tornou-se materialista, ela supre as necessidades egoístas de muita gente, e então ninguém quer perder o controle das coisas que lhe dão prazer e satisfação egocêntrica. Note que é impopular reuniões de estudos bíblicos sérios. Note que é impopular falar sobre santidade e separação do mundo,  negar-se se a si mesmo. A maioria dos evangélicos modernos se divorciaram da doutrina da cruz, a essência dessa doutrina bíblica foi sacrificada pela nova teologia, nos púlpitos comprometidos com o relativismo moral do nosso presente seculo mal. a nova teologia parece que consegue ver um mar de amor na redenção sem contudo perceber a profunda maldição implícita no infinito do sofrimento abominável que o pecado causou em quem morreu nela para efetuar uma terena redenção, portanto não a mais choro aos pés da cruz, mas festa, nos cultos não há mais adoração espiritual e arrependimento dos pecados, mas entretenimento e festas. Há um lamento no céu contra essa devassidão teológica  contaminada pelo relativismo moral, essa é uma fermentação letal, que subjuga cada vitima a celebrar a religião, opondo-se radicalmente a vontade de Deus, ou como disse Paulo "Confessa que conhecem a Deus, mas negam com as obras, sendo abomináveis e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra"(Tito 1:16) A pergunta é: Você ainda anda pelas veredas antigas?

Clavio Juvenal Jacinto

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

FALSOS PROFETAS



As escrituras afirmam que Deus não pode mentir (Tito 1:1) é impossível que Deus minta (Hebreus 6:18). Qualquer pessoa no mundo religioso que use termos como "assim diz o Senhor" ou "O Senhor disse" sendo que não é cem por cento correto em doutrina e previsão, quanto presume falar através de sentimentos extáticos e transes misticos, esse deve  ser rejeitado completamente como blasfemo. Porque? se as Escrituras afirmam que Deus não pode mentir, o pai da mentira é o diabo (João 8:44) previsões falsas, ensinos falsos apenas são meios de encenar a mentira na boca do do Altíssimo, quando o assunto é tentar falar em nome dEle. É bem melhor que não se fale nada do que pecar usando o nome do Senhor em vão, pecando contra o seu santo nome, esse tal não será inocente(Exodo 20:7).  Deus não promove a ambiguidade, o Espirito Santo é a verdade (I João 5:6) não a confusão. Sejamos sóbrios, e acima de tudo zelosos e tementes a Deus. Me assusta o que ouvi e assisti durante todos esses anos nas igrejas carismáticas, o enorme potencial de candidatos á blasfemarem contra Deus chamando-o de mentiroso, comparando-o com o diabo, por causa de suas previsões falsas. Nesses dias dificeis onde abundam falsos profetas e visionarios misticos, devemos ficar com a Palavra de Deus, porque a Escritura não pode ser anulada (João 10:35) ela a lamapada do discernimento espiritual (Salmo 119:105).


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FALSOS PROFETAS.


Vestidos de cordeiros entre os jardins
Com vozes suaves e tantas doçuras
Disfarçam o amargo engano e trágico mal
Atraindo os homens com discursos fatais

Arrastam consigo as multidões
Que acreditam em suas palavras de lisonjas
Onde o ego inflado voa mais suave
Para cair nas sarjetas de um grande abismo

Eles são os heróis da turba desesperada
Que amam a encenação do espetáculo religioso
Que buscam o caminho do frio e terrível erro
Pois amam mais a mentira que a verdade

Os profetas falsos revestidos de cordeiro
Apresentam suas luzes e seus prodigios
Boquiabertos os homens se maravilham
É enviado celeste! é enviado celeste!

O mundo aplaude toda a encenação
As hordas do engano se satisfazem
Seus enviados enganam com facilidade
A multidão ingenua sem discernimento

Não advertiu Cristo sobre eles?
Não fala os evangelhos sobre esses enganadores?
Porem a turba ignora as informações
Abraça com amor aquilo que o ego tanto deseja

É nessa geração que os falsos profetas vociferam
Hipnotizando as almas com pouca luz
Que rejeitam a viver por fé e obediencia
Para viver por experiencias  sentimentos carnais

Que  nossos olhos estejam mui atentos
Para ficarmos firmados na rocha eterna
Pois que na escritura nos é tão dito
Quem prega outro evangelho torna-se maldito

A luz das Escrituras nos anunciam a verdade
Revelada pelo Espirito á alma mais purificada
Pois que na bíblia temos toda a certeza
Disse o Salvador bendito: a Escritura não poder anulada

Quando os falsos profetas se pronunciarem
Por sinais e maravilhas, os cegos serão seduzidos
Mas o cristão sábio e santo bem sabe
Que pelos frutos, os verdadeiros  serão conhecidos.



Clavio J. Jacinto

sábado, 13 de maio de 2017

Discernimento com Amor

Jesus elogiou a igreja de Efeso por reprovar os falsos apostolos (Ap 2:2) Paulo denunciou demas que se desviou, amando o mundo secular (I Timoteo 5:15) Ele entregou Himeneu e Alexandre a satan, por serem blasfemos (I Timoteo 1:19) Paulo tambem adverte que os ministros do diabo se transformam em ministros de justiça (II Corintios 11:5) e denuncia os obreiros fraudulentos e os falsos obreiros (II Corintios 11:13) se amor a Cristo não antecede ao discernimento vigilante que ELE ensina, qualquer sucumbe no erro. (Clavio Juvenal Jacinto)

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Os Sinais Evidentes do Fim

Somos espectadores de um mundo que constrói a estrada para a própria ruína. Como nos dias de Noé, a civilização abraçou o materialismo e ama o presente século, assim a nossa geração atual, com todas as suas estruturas religiosas e materialistas, cavam o abismo da própria perdição. Virá o tempo e isso será em breve, nossa civilização sucumbirá na destruição provocada pelo egoismo desenfreado do homem sem piedade.

Clavio Juvenal Jacinto

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Vivemos em uma época parecida com os dias de Noé?


Em seu sermão profético, Jesus comparou os dias que precederiam a sua vinda como os dias de Noé (Mateus 24:37 e 38).  Cristo fala sobre casar-se e dar-se em casamento e sobre o comer e o beber, sabemos que isso é normal. O casamento é uma instituição sagrada e o sustento para a manutenção da vida biológica também é uma providencia divina. Então como entender as palavras de Cristo e aplicá-las ao nosso cotidiano?

 Precisamos encontrar um contexto para entender o que Cristo disse, e para isso precisamos também ler Genesis 6:1 a 12.  Ali Moisés escreve sobre casamentos ilícitos, as mulheres eram raptadas e forçadas a casamentos não aprovados por Deus. Vários comentaristas judeus explicam que a geração de Noé, chamado pelos rabinos “Dor ha mabul” eram extremamente corruptos, envolvidos em roubos, violências, adultérios, vícios e apetites desenfreados, praticas sensuais pervertidas, era uma geração incrédula e extremamente insensível. As características da civilização ante-diluviana era ímpia aos extremos,  mesmo sendo Noé um pregador da justiça (I Pedro 3:20) ainda assim a multidão era completamente insensível e não respondia aos apelos proféticos de arrependimento, o Espírito do Senhor não contenderia para sempre ao coração do homem, porque ele insistia em viver nos mais abomináveis pecados, seguindo seus instintos e satisfazendo suas imaginações perversas. Assim podemos ver como a nossa sociedade se parece cada vez com a civilização da época de Noé. Quase tudo o que se relaciona a decadência espiritual está associada ao sexo e ao sensualismo, a destruição do casamento e a internet popularizou a pornografia de tal modo que se tornou acessível a qualquer um, e isso de forma fácil. A corrupção moral hoje é bem maior do que em qualquer outra época, creio que desde a década de 1960 com a revolução cultura hippie, na America do norte, foi um golpe diabólico na sociedade mundial, pois desde que os EUA influenciam através da literatura e cinema, todo o resto do mundo, a revolução cultura e espiritual da década de 1960 trouxe uma influencia e um impacto profundo na sociedade global. Vimos essas influencias hoje no modo como as mulheres se vestem, no consumo das drogas, no sexo livre etc. Olhando nessa perspectiva, nossos dias se parecem muito com os dias de Noé, pois embora o evangelho ainda seja pregado, as pessoas não são motivadas a irem a Cristo para se arrependerem de seus pecados, mas porque querem ter seus instintos desenfreados satisfeitos. Estejamos atentos, pois que se os dias se parecem muito com os dias de Noé, isso significa que o Senhor está as porta, Vigiemos e oremos.

Clavio J. Jacinto

sábado, 8 de abril de 2017

O Engano Sedutor da Nossa Era

Centenas de pessoas em todo o mundo estão tendo experiência mística através de contatos com seres espirituais que se fazem passar por alienígenas e outras entidades sobrenaturais. Uma forte onda de engano está tomando o mundo e enganando até mesmo aquelas pessoas mais religiosas e crentes na bíblia. Nesses tempos de pouco discernimento e muita confusão, a promoção de experiências místicas suaves, êxtases delirantes e contatos com supostos seres de luz, tem contribuído para uma mudança na vida de muitas pessoas, que parecem receber uma transformação mística espiritual depois de encontros com seres espirituais.
 Essa alteração na cosmovisão tem  sido um sinal constante na vida de muitos em todo o mundo. Tal é o poder do engano, que sem duvida nenhuma, nossa sociedade está tornando-se cada vez mais inclinada a um espiritualismo ocultista, promovido de tal forma, de modo sutil nas mais diversas experiências espirituais enganosas, que posso dizer com toda certeza: vivemos em um mundo extremante seduzindo pelos enganos do diabo.
Depois de anos de pesquisas, tenho visto esse engano entrar sorrateiramente dentro das igrejas cristãs de tal modo, que não há duvida de que a nossa atual geração de cristãos são completamente alheios a um verdadeiro discernimento espiritual.
Os falsos profetas, as novas revelações, o misticismo ocultista sem respaldo bíblico tem sido o fundamento pelo qual as pessoas de um modo geral estão colocando a confiança com relação as coisas espirituais e eternas.  Tal magnitude da sedução alcançou uma expansão dentro das religiões que não sabemos se haverá um meio de neutralizar esse engano violento.
A mudança de consciência, a alteração na cosmovisão cristã relacionada a certos valores éticos já são provas suficientes de que nosso mundo está infestado de espíritos enganadores que não estão poupando ninguém.  A dimensão do engano espiritual tem afetado pessoas que se dizem cristãs zelosas e sinceras. E assim como no caso de experiências entre incrédulos, com respeito a seres dimensionais que aparecem, capturam ou transmitem ensinos e promovem experiências emocionantes e de caráter puramente sedutor, criando toda uma experiência de luz e glória divina, para assim transmitir seus intentos, com mensagens de paz e salvação. Assim também ocorre hoje nas igrejas, supostas experiências sedutoras, permeadas de um dourado espiritual sedutor, e enganam, escondendo a sombria realidade de suas origens nefastas.
O que o corre hoje prova isso, o rebaixamento moral da cristandade, os desvios sérios da ortodoxia, a amizade intima com o mundo, e ao mesmo tempo a multiplicação de sinais e maravilhas e experiências místicas, simplesmente é um mecanismo de engano tão pérfido e complexo, que promove o bem estar e uma falsa segurança nas vitimas, como se a experiência mística fosse um sinal da aprovação de DEUS, como se os sinais e maravilhas contribuíssem de forma definitiva para a prova cabal de que DEUS aprova todo esse caos religioso. No entanto estamos vendo uma geração de má e adúltera, sem vida interior. Pessoas que confessam uma fé cristã sem uma vida interior transformada, e muitos pseudo conservadores, instigados por certas condutas farisaicas de promover a ética exterior, não promover com a mesma intensidade a santidade e a vida interior, promovendo um farisaísmo refinado por uma pseudo religião mística que não consegue viver a vida cristã na sua totalidade, mas apenas vivem um modo e um estilo falso baseado na experiência de que estão corretos, porque possuem bons sentimentos espirituais e conseguem observar certos sinais e maravilhas que são formas manifestas de que DEUS aprova suas ações. Além de criar o orgulho denominacional, tal atitude leva tais ao desprezo  da palavra de Deus. Prove os mais  fanáticos, mesmo aqueles que afirma crerem na bíblia. Basta mostrar a esses um só erro demonstrável pelas escrituras, e verás a conduta desse tal. Ignorará e não mudará de posição.

O engano vem revestido de pseudo cristianismo, de falsa espiritualidade, de misticismo revestido, mas mais suaves doçuras espirituais. Para enganar cristãos e incrédulos, como advertiu Paulo e Cristo (I Timoteo 4:1, Mateus 24:24, Mateus 7:15 a 23, Mateus 24:11 a 13, II Pedro 2:1 a 3, Colossenses 2:8 etc.)


Pr Clavio J. Jacinto

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

A SINDROME DE NABUCODONOSOR



 A Babilônia teve um monarca extremamente egocêntrico, seu nome era Nabucodonosor, no auge do seu egoísmo infectado pelo orgulho, ele declara ser possuidor de atributos divinos e exalta-se a si mesmo dentro do próprio coração. Os degraus do seu ego, o levou a auto-idolatria, e como esse pecado é extremamente vil, impossível será encontrarmos alguém que sendo afetado pela idolatria do seu próprio ego, não deseje que os outros se prostrem ou aplaudam a ele como o centro da criação.  O caso de Nabucodonosor é narrado precisamente em Daniel 4:37 a 39. Ele está no auge da sua visão de seu próprio mundo, a Babilônia. Seus palácios, suas ruas, os templos, o muro, as pessoas e seu coração se exaltou sobremodo que ele se via como o sol em que toda a poeira cósmica, os homens, deveriam girar e gravitar. Essa era a visão o monarca tinha de si mesmo. Seu orgulho era um monstro cego que clamava por adoração dentro de si.
Em Atos 12 Herodes Agripa parece que sofreu da mesma síndrome,  alvo de idolatria, aplausos e fama, ao lado de gente disposta a adorá-lo como uma divindade, por não ter dado glória a Deus, mas por ter roubado a glória que pertence ao Senhor,  sofreu as  duras penalidades. Como em uma frase de George Eliot, que dizia que o galo pensava que o sol se levantou para ouvi-lo cantar, há em nosso mundo pessoas que acham que o sol os planetas e todas as pessoas giram em torno dele mesmo.  Ainda que parecia ter um exercito invencível, Senaqueribe acabou perdendo seu exercito e do poder temporal caiu para a desgraça da morte prematura, abatido pelos próprios filhos. (Isaias 37;36 a 38) Não há como não fazer coro com Salomão em Eclesiastes: vaidade das vaidades, tudo é vaidade.

É certo que Deus abate os orgulhosos e exalta aos humildes. Cristo demonstrou sua humildade lavando os pés dos discípulos, ato considerado como ofício de escravos, porém as escrituras afirmam  ser ele a imagem do Deus invisível (Hebreus 1;3) e que tudo foi feito por Ele e sem ele nada do que foi feito se fez. (Leia João 1:1 a 3)
O egoísmo e o orgulho são doenças próprias do humanismo, preocupa-me como o  evangelho moderno tende a fabricar seus ídolos, como tanta gente se inclina a vaidade de  desejar ser o centro onde as coisas religiosas e os religiosos devem gravitar.  Da religiosidade cristã moderna, nasceu os palcos, os picadeiros onde pessoas começam a se projetar, cantando ou pregando, fazendo fortunas e ganhando espaço para agigantar seu ego. A fome pelos aplausos, a fama, o êxito, a glória dos homens infecta grande parte dos artistas e pregadores, pastores e pessoas que a cargo de títulos eclesiásticos, se auto-definem como se fossem divindades ou seres superiores cujo universo deve girar em torno deles. Essa é a marca distinta dessa geração de religiosos distantes do evangelho.  O mundo trai a confiança e os mundanos seguem essa regra de que os que aplaudem pregadores e cantores que usam de técnicas para receber fama precisam reajustar toda a cosmovisão espiritual de acordo com os valores do mundo, de outra forma, o que virá é perseguição, ódio e desprezo. Num mundo relativista que dá espaço para uma religião evangélica apostata, não há espaço para pregadores sérios, que ainda preguem a mensagem da cruz, e nem há espaço para quem deseje cantar para glorificara DEUS. O mundo dita seus valores e suas regras, e quem não amolda-se a esses valores será descartado, rejeitado, criticado e perseguido. Adverte Paulo que aquele que deseja seguir o caminho da santidade, será perseguido por esse mundo ( II Timoteo 3;12)
A síndrome de Nabucodonosor é um grande problema no sistema evangélico atual. A moda é ser artista, copiar artistas, é projetar-se e construir um império encima de uma função. Para que isso de certo, a natureza de uma mensagem ou de um cântico deve corresponder ao sistema; deve ser comercial, não beligerante, não confrontadora, então precisa adaptar-se aos princípios de marketing.   Mensagens de auto-estima, uso de técnicas psicológicas,  estratégias diversas, como meio de arrancar fortes emoções de ouvintes, o homem é o centro sempre, como diz as escrituras, que um abismo chama outro abismo. Para receber aplausos dos ouvintes, o artista religioso precisa cantar ou falar aquilo que o ego humano deseja ouvir. Daí os chavões usados, as gírias espirituosas que tanto ouvimos hoje, são esses os mecanismos psicológicos que ajudam na elaboração do show. Não é de admirar que pregadores que evitam a mensagem da cruz, chame pessoas ao arrependimento, proclame os juízos divinos, denuncie os pecados mais aberrantes de nossa época, denuncie as falácias religiosas do deus desse século, pregue sobre a humildade e a obediência ao evangelho, são os mais proeminentes da nossa época, do contrario não irá se projetar no sistema, ele pode conseguir espaço por causa do seu zelo e insistência em prol da verdade, mas não terá o apoio de uma cristandade apostata.
É por isso que vimos a religião moderna como uma enorme indústria de entretenimento, a igreja deixou de ser uma agencia que proclama a cruz de Cristo e as verdades fundamentais do evangelho, deixou de proclamar a verdade que envolve a morte de Cristo e a sua ressurreição, para promover a diversão, e transformar as reuniões em imensos ambientes de controle emocional. Usam-se os chavões como meios, para que se torne uma válvula de escape para aliviar o peso do sofrimento humano, mesmo que o efeito seja apenas temporariamente anestésico, torna-se uma válvula de escape para dar alivio a todo tipo de tensões e problemas que se alojam na alma humana.
A promoção da fé mágica, que dá alivio imediato e resolve os problemas materiais e sentimentais do homem ocupa a agenda dos mensageiros do engano. É lógico que tal assunto está em voga na maior parte dos púlpitos modernos.  Primeiramente foi os adeptos da Nova era e do movimento espiritualista que proclamaram isso. a auto-estima, o pensamento positivo, a religião mágica que dá ênfase ao poder da mente,  o mito de determinar que um fato aconteça de acordo com a vontade egoísta do homem, o pregador moderno geralmente trata o pecado como se fosse uma ilusão, como se não existisse, tal como já defendia a ciência cristã.  As mensagens positivistas, de auto-exaltação, do triunfo pessoal, do pensamento positivo e voltado em direção das riquezas, isso já era proclamado pelos espiritualistas como Napoleon Hill e outros. Parte dos conceitos de fé e pensamento positivo que ouvimos com tanta freqüência nas mensagens modernas,  não tem suas origens nos pregadores e teólogos do passado, muito menos na bíblia, mas tem uma descarada influencia das religiões orientais.
A tentativa de manipular as circunstancias através de uma suposta fé, nunca foi ensinado nas escrituras como se fosse uma fé verdadeira.  Isso nada mais é do que espiritualismo descarado! Note que a ausência de sermões que denunciem os pecados dessa geração, que se oponha ao mundanismo que está cravado no seio da igreja apostata, sermões que preguem arrependimento e abandono dos pecados, não são proclamados, tal como fazia toda uma geração de pregadores, como eram os puritanos por exemplo. Tudo isso são provas de que estamos vivendo em uma era de enganos. Mas é justamente esse o perfil de um pregador ou cantor que deseja fazer sucesso e ganhar dinheiro. Pouco a pouco muitos homens não convertidos, descobriram que a igreja moderna é composta de uma vasta multidão de gente sem discernimento, e introduziram encobertamente os meios necessários para explorar a credulidade dessa gente. Assim como livros de auto-ajuda vendiam aos milhares no mundo, porque não introduzir essa técnica nas musicas e nas pregações? Até hoje, a maioria daqueles que se constituem os “evangélicos modernos” não percebem essa invasão profana, justamente porque nunca tiveram um contato com o verdadeiro evangelho para terem um discernimento eficiente para perceber esse engano.
Assim, encontramos agora um exercito de “ungidos” supostamente intocáveis, que afirmam serem enviados celestes com títulos pomposos, pregando coisas arrogantes e vivendo debaixo de uma vida cheia de regalias e confortos. Alguns vivem sustentando de forma oculta a avareza e minam as bases fundamentais do evangelho com suas mensagens metafisicas, satisfazendo os desejos egoístas, de serem adorados, idolatrados, aplaudidos, etc. Essa é a síndrome de Nabodonosor, e toda a nossa geração (salvo um pequeno remanescente) está contaminada por esse desvio da ortodoxia. , com certeza o drama dessa apostasia pode ser vista do ângulo mais real: a igreja corrompida sustenta esses falsos profetas, esses falsários religiosos, que enganam os incautos com sua teologia soberba para alimentar a auto-idolatria, tudo isso no mais pomposo sentimento de que são enviados especiais de Deus com uma missão nesse mundo. Não disse Paulo em Colossenses 2;8 que deveríamos ter cuidado, para que ninguém nos faça presa por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo?

Era hora de acordar desse sono. Cristo nos convida a humildade, a colocar o reino de Deus em primeiro lugar, não nossos sonhos e opiniões. A viver com piedade e contentamento, não em avareza e idolatria.  Ainda resta uma via de ortodoxia nessa confusão babilônica, são as veredas antigas, quem deseja caminhar por elas? As veredas antigas, um caminho arcaico aos olhos humanos, mas um caminho seguro para a comunhão com Deus pelo caminho da obediência. 

Pr Clavio J. Jacinto

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Niilismo cristão?


"A crise mais perigosa que enfrenta a igreja de Jesus Cristo hoje, é a penetração na mesma, de ideologias, crenças e costumes e doutrinas falsas" (Winston Medina)



Niilismo e a filosofia materialista dos que acreditam que tudo na vida se reduz a praticamente nada. O niilismo argumenta que as crenças religiosas são inúteis e portanto não tem qualquer sentido. Quando Paulo faz sua magnifica apologia a ressurreição de Cristo e dos santos, como ancora de esperança na vida cristã, face as dificuldades que a fé trazia no contexto cultural de sua época, ele declarou que se não existe ressurreição, ou esperança de vida eterna, então a filosofia que deve imperar é o comamos e bebamos porque amanhã morreremos (I Corintios 15:32 e todo o contexto). Pedro também fala sobre certo estilo de vida em que as pessoas se comportam como os animais irracionais, vivendo apenas pelo instinto natural (Veja II Pedro 2:12). Nas palavras de pedro se resumem na pratica a cosmovisão niilista.
Não havendo esperança além morte, tudo fica reduzido aos prazeres e dores de um universo  fechado, limitado apenas ao fenômeno da matéria e nada mais. Essa redução ao nada, fatalista e fria, pavimenta a consciência do homem para as mais terríveis formas de ver a vida, sem dar o valor espiritual a ela, perde-se no emaranhado de um materialismo calculista, fatalista, frio e tudo isso são os fios condutores do desespero. (Veja Judas 1:10)
Há uma convicção pessoal dentro do meu coração de que o niilismo está intimamente associado com o humanismo. Quando não há a a crença na existência em Deus, o ser consciente passa ser o centro da própria existência.  O homem não crê em Deus, passa de alguma forma a acreditar que é o centro existencial de um mundo fechado e mecânico, e isso é a forma mais grosseira de egoismo.

Como o niilismo sustenta a crença no nada, o prazer e a alegria passam a ser ancoras que sustentam a vida passageira. Aliás, dessa forma, aplaca-se as inquietações da alma com relação a consequências de ações e decisões. O niilista não se preocupa com coisas fora da matéria, não há juízo final, não há inferno, não há vida após a morte, não há consequência de pecados, por isso nenhuma irresponsabilidade tem reflexo na eternidade. Comamos e bebamos, porque amanhã morreremos. Essa é a essencial do niilismo.
Agora deixem me dizer, que há um niilismo cristão. Veja como as coisas podem ser definidas de um modo geral dentro da cristandade. A igreja ocidental sofre de um niilismo cronico. E podemos ver isso, na maneira como o materialismo e a vida confortável  é cultuada. Além disso, o homem tornou-se o centro na religião cristã moderna. Olhe para o modo como se interpreta a questão das bençãos divinas. Benção é prosperidade, dinheiro, conforto, saúde, carros, roupas boas, ausência de dificuldades etc. O contrario disso, pobreza, dificuldade, doenças, adversidades, sofrimento, dor, desemprego tudo isso seriam os sinais de que uma pessoa não é abençoada por Deus. A teologia moderna se ampara no materialismo para sustentar a fé em Deus. Isso é uma tremenda apostasia, uma renuncia pratica do ensino do  novo testamento.
Há em nosso meio a tendencia de centralizar o homem em todas as coisas e a conquistar o desfrute das alegrias desse mundo, como se na verdade fosse tudo o que existisse para o cristão. Esse humanismo está enraizado dentro da cristandade de tal forma, que ele, o homem tornou-se o centro do universo, e tem gerado uma geração de pseudo cristãos, que são na pratica niilista. Comer e viver, viver pelos instintos e pela satisfação de si mesmo. Assim corre-se desesperado atrás de impérios terrenos, sonhos materialistas flutuam no coração dessa geração. Não é de admirar que os profetas cristãos niilistas rejeite a mensagem da cruz e busquem amparo em textos descontextualizados do antigo testamento, muitos desses trechos, s ão promessas condicionais dados a Israel na antiga aliança, e sustentam toda a teologia do conforto e riquezas nesses trechos.
Não é de admirar que o homem tenha centralizado a si mesmo, focado o seu ser como o centro do universo.  Os hinos modernos,as mensagens dos púlpitos, são de homens para homens, por isso não é de admirar que até em fachadas de templos, as imagens de supostos lideres cristãos estejam estampadas. Não bastasse a projeção midiática a dar um  atributo de semi-deuses ungidos  aos profetas modernos, a  projeção de suas figuras se estende além púlpitos e plataformas, vivendo nas mais altas regalias e construindo impérios financeiros encima da mensagem do evangelho.
"“Tristemente, quando olho ao redor, vejo multidões de crentes que têm fé vencedora, porém não têm um desejo veemente de estar com Cristo. Em vez disso, têm os olhos fixos nas coisas deste mundo e em como obtê-las. Acho que tais pessoas não querem ouvir a respeito de como se fixar no céu ou afastar-se desse mundo. Para elas, tal mensagem significa uma interrupção da "boa vida" que desfrutam aqui”. (David Wilkerson)
Onde está a cruz de Cristo e os homens crucificados? Onde estão os homens que foram crucificados para o mundo, que não se amoldam a esse seculo, que sabem que não podem servir a Deus e a Mamom? Encontramos em nossa geração homens cujo o viver é Cristo e o morrer é lucro?
Tenho acompanhado os escândalos envolvendo pessoas que dizem ser cristãs, pastores bêbados que sobem em púlpitos para projetar seu niilismo perante uma plateia cega, sem discernimento. Cantores gospel que se vendem a custa de migalhas para poderem ter uma projeção nacional através dos palcos shows de  entidades “missionarias”.      Ou o caso do Pastor que matou a sua esposa para receber o seguro de vida dela.  O que é isso? São ações de gentes que querem comer e beber, se enriquecer e desfrutar do mundo e nada mais. Não creem esses indivíduos  numa vida após a morte, no juízo de Deus ou no inferno? , esses hipócritas religiosos não acreditam na vida após a morte, não acreditam na ressurreição, não acreditam que o homem morre e depois enfrenta o juízo (Hebreus 9:27) se tivessem uma crença ortodoxa saberiam que coisa horrenda é cair nas mãos do Deus vivo. São niilistas, projetando sua próprias paixões mundanas. Podem cometer toda especie de delitos e injustiças, porque na verdade não creem num acerto de contas com o Senhor.

Aquele fazendeiro cego, em que Cristo narra em uma parábola mostra a loucura de uma vida regalada encima de uma prosperidade terrena debaixo de uma vida efêmera: 
“E assim direi à minha alma: tens grande quantidade de bens, depositados para muitos anos; agora tranquiliza-te, come, bebe e diverte-te!” (Lucas 12:19)
Você nunca irá encontrar um profeta niilista, desses que encontramos aos montes em nossa sociedade, fazer exposição das dificuldades da fé, do preço do discipulado e da vida crucificada que não ama as coisas do mundo, mas que morreu para ele. A descrição de Paulo revela  natureza da verdadeira fé cristã pratica: “Irmãos, não desejamos que desconheçais as tribulações que atravessamos na província da Ásia, as quais foram muito acima da nossa capacidade de suportar, de tal maneira que chegamos a perder a esperança da própria vida. “ (II Corintios 1:8)
A vida cristã não se submete as filosofias vãs e sutilezas desse mundo profano, estejamos cientes de que o que se projeta hoje na cristandade não é um cristianismo bíblico, mas um cristianismo hedonista, centralizado no prazer e no conforto, nas festas e no interesse próprio e nada mais. Essa denuncia feita por Paulo contra toda a glamorosa apostasia dessa era é: amantes de si mesmos (II Timóteo 3:2)
Não há duvida de que da maneira como vimos a tendencia dos cristãos modernos, em  ir em uma busca fanática e desenfreado ao materialismo, riquezas e tesouros desse mundo, a adorar o prazer, a fama  o sucesso e o conforto como um estilo de vida dito abençoado, adotam não uma vida cristã autentica pautada pela cruz de Cristo, mas adotam apenas uma especie de niilismo humanista e positivista, pautada no prazer do aqui e o agora sem a minima preocupação em prestar contas  perante Deus por suas ações, comportamentos, convicções e decisões.

"A maioria dos Cristãos buscam um deus que alivie suas dores, não um DEUS que governe suas vidas" (Dale Ralph Davis)

CLAVIO J. JACINTO

sábado, 21 de janeiro de 2017

O Remanescente e a Apostasia

O apologista Eric Barger afirmou com muito acerto : “ Não há dúvida de que vivemos na era da apostasia cada vez maior. A Igreja autêntica, ou "remanescente", mencionada no Livro do Apocalipse parece estar diminuindo, pelo menos em nossa cultura ocidental. E um número crescente de pessoas que permanecem firmes e fiéis à Palavra de Deus estão se tornando agudamente conscientes de falsos ensinamentos e falsos professores que pontilham a paisagem cristã.” (1) Essa notáveis palavras devem ser de alguma forma, dignas de nossa atenção. Está diminuindo o remanescente. Ou melhor, está diminuindo o grupo de cristãos sinceros que não se conformaram com a apostasia crescente em nossos dias. Eu poderia afirmar com certeza, depois de muitos anos de estudos, mais de duas décadas, que a igreja evangélica moderna tem erguido altares não para proclamar a verdade, mas para sacrificar ela, em prol das conveniências materialistas que a religião pode oferecer.
Jesus falou sobre o engano, ele disse que seria um engano sutil, complexo por causa da natureza oculta, do disfarce. Os lobos devoradores espirituais, que destroem as almas dos homens, que desviam os corações do caminho da verdade, possuem um perfil aperfeiçoado, para enganar as massas. Lobos interiores, mas com uma requintada fantasia, uma mascara de ovelha. Assim, os que olham para a superfície e se deixam levar por aparências, caem na armadilha mortal desses lobos interiores. Além disso, o disfarce permite que andem livremente por corredores religiosos, usando suas táticas de disfarces, sendo que, possuindo nomes, títulos e formas aparentes de piedade, negam a eficácia dela. Grande parte dos cristãos, senão a maioria esmagadora, cai nas armadilhas desses lobos devoradores. Embora a bíblia de tantos sinais de identificação desses lobos disfarçados de ovelhas, o simples descuido em estudar e levar a sério as advertências bíblicas, leva os cristãos sem discernimento a uma fatalidade espiritual. Temos por exemplo a advertência de Pedro:
“E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.
E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.” (2 Pedro 2:1-3)
Note as palavras de Pedro com atenção, a religião lucrativa, heresias de perdição promovidas de modo sutil, encobertamente. A facilidade com que se introduz hoje as mais aberrantes heresias se dá ao fato de que seus ouvintes não conhecerem a Palavra de Deus e não estudarem a Bíblia de modo correto e com muita dedicação.
Além disso, parte da cristandade hoje pertencem ao ramo carismático e pentecostal.  Nesses setores da cristandade, são promovidos os mais sérios desvios doutrinários das ultimas décadas. A maior parte desses cristãos estão sendo enganados, porque usam uma aferição errônea, digo isso com grande tristeza dentro do coração. Convivendo por décadas entre lideres e cristãos carismáticos pentecostais, falo do que sei por experiência própria. Tais cristãos supõe que a evidencia de um verdadeiro cristão seja ele líder ou não, é ter experiências místicas. O pseudo misticismo reina como um imperativo  entre tais. Além disso, a ênfase que dão aos dons, leva-os  a concluírem que a evidencia de dons em um cristão é a prova definitiva de que tal é um cristão verdadeiro. Não é dada quase nenhuma ênfase ao fruto do Espírito, a vida interior de comunhão com Deus, as experiências pseudo místicas e a hipótese de dons manifestos é o centro aferidor. Por isso o falar em línguas, revelações, experiências pseudo místicas confere a tais, uma espécie de carta de crédito entre pentecostais e carismáticos.
As escrituras nos admoestam a não crer a todo o espírito, mas provar se eles procedem de Deus (I João 4:1) Quem prova os espíritos hoje? Você conhece alguém que faz isso? Em certas comunidades, agir de modo a tentar testar a procedência da experiência mística, é uma ofensa. Aqui está a inversão de valores:  Testar os espíritos hoje, é ser taxado de intolerante, incrédulo, carnal etc. Mas vejamos como Cristo elogiou a igreja de Efeso, porque ela testou certos lideres e ensinadores que se auto-intitulavam “apóstolos”
Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos. (Apocalipse 2:2)
São testados os apóstolos modernos? São provadas suas revelações e suas experiências? São testados pelo crivo das escrituras, suas doutrinas inovadoras? Se você fizer isso hoje, será classificado como um fanático intolerante.  A superioridade espiritual de um grupo de cristãos está na forma como ele examina ensinos comparando-os com as escrituras, para saber se experiências e doutrinas estão debaixo da autoridade e da aprovação dos oráculos inspirados do Senhor a Bíblia Sagrada! 
Paulo com toda a sua bagagem de conhecimento apologético, com toda a sua eficácia espiritual, com toda a sua teologia refinada, foi provado pelos crentes de Beréia.
 Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim. (Atos 17:11).
A virtude dos bereanos era louvável! Tinham discernimento, e não queriam ser enganados por ninguém, pois um engano religioso, poderia refletir na eternidade e trazer danos irreparáveis.
Infelizmente poucos são os cristãos modernos que carregam as virtudes dos bereanos, a maioria de deixa levar pelo engodo do disfarce, em,borá encontremos tantas advertências nas escrituras, a cristandade moderna ignora completamente essas advertências, as custas de prejuízos espirituais que podem a longo prazo, serem irreparáveis.

(1) http://www.ericbarger.com/discernment.ugly.htm

Clavio J. Jacinto

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

A Multidão na Apostasia

Desconfio que a maioria das pessoas da atual cristandade, estejam frequentando templos e reuniões, somente por interesses próprios, a maioria não quer ouvir os conselhos das escrituras, odeiam no coração os mandamentos de Deus, e não desejam de forma alguma saber, qual é a vontade de Deus para um homem que decide seguir a Cristo. (Clavio J. Jacinto)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Ódio contra Cristãos é um Novo Genocidio


 O ano de 2016 terminou com uma série de ataques de violência que tem se perpetuado no mundo muçulmano contra cristãos. Mais de 50 aldeias na Nigéria, na Africa foram atacadas e cerca de 16 igrejas destruídas. Segundo o site Shoebat.com, mais de oitocentas pessoas foram mortas, algumas enterradas em valas comuns (como na segunda guerra mundial). Ondas de ataques contra evangélicos, ortodoxos, coptas e católicos podem ser detectados em praticamente todos os países de predominância muçulmana. Em certas regiões, massacres são perpetuados por milicias anticristãs, destruição de igrejas, homicídios e destruição de casas.  Embora estejamos vivendo um tempo de tecnologias onde noticias podem ser vistas numa dimensão global, a verdade é que a mídia esconde parte de tudo o que acontece com relação a fatos como esse. A verdade é que a igreja atual vem sofrendo ataques frontais com um alto índice de mortes, inclusive de crianças e mulheres.
 Vivemos num mundo onde o anticristianismo vem crescendo de forma assombrosa, é tempo de despertarmos do sono letárgico.
Igreja cristã destruída na Indonésia

Cenário de Violência: Igreja cristã destruída na Índia

Massacre de cristãos, o ódio islâmico contra a cristãos causa terror na Republica Centro Africana 

 Segundo a revista Christianiy Today, no ano de 2016, a cada 6 minutos um cristão morreu pela fé, isso seria 240 cristãos por dia ou 87.600 mártires para o ano de 2016. Isso é um genocídio, Nenhum outro grupo religioso sofre tanta retaliações e perseguições no mundo como os cristãos. (2)

Fonte: http://shoebat.com/
                               http://www.christiantoday.com/article/one.christian.died.for.their.faith.every.six.minutes.in.2016/103495.htm

CLAVIO J. JACINTO

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