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sábado, 15 de dezembro de 2018
Em Santa Humildade
Pelo caminho da mais santa humildade, o Cordeiro de Deus veio como um homem perfeito, viveu uma vida perfeita, morreu em um sacrifício perfeito, obteve uma vitoria absoluta, está preparando uma morada perfeita, voltará na consumação das eras, esse será um um retorno para trazer verdadeira justiça aos homens, e aqueles que creem nesses fatos, estão vivendo dia após dia uma perfeita esperança. (Clavio J. Jacinto)
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
A DOR E REDENÇÃO
Quando o verbo se fez carne e
veio cheio de graça e verdade, para os que eram o povo dileto, ainda que não o
recebesse, Ele continuou sua jornada no mundo. O brado do Batista ecoa entre as
multidões “O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Essa era a regra,
sofrer como um cordeiro mudo, ser pisado e abrir em sua carne as feridas que
nos saram, pois pelas suas pisaduras fomos sarados. A violência da cruz é uma
ofensa silenciosa, Cristo suporta ao custo do derramamento de cada gota de
sangue, o sangue da nova aliança que é derramado por muitos. A seqüência desses
espinhos vem desde sua mais tenra idade, um corpo preparado, uma vida preparada
para ser derramada, pois sem derramamento de sangue não há remissão de pecados.
A grande luta seria o momento crucial, onde o cálice de todas as amarguras
precisava ser sorvido, o fel das abominações humanas estava transbordando, e
num mundo de nevoas um tanto obscuras envolvia aquela noite no Getsemani, e
Cristo estava lá. Orava com ânsias do prefacio de todos os sofrimentos,
dirigindo palavras ao Pai “Afasta de mim esse cálice” porque nela estava o asco
de nossos pecados, o fel de nossas ofensas e o veneno de nossas transgressões.
Sim, as Escrituras dão um bom testemunho que Aquele que não conheceu pecado, o
fez pecado por nós. Ainda mais testificam que Cristo morreu por nós sendo nós
ainda pecadores. E nesse mundo de tantas dores, Cristo entra nesse universo de
duras provações. É um mergulho na lama das nossas lagrimas, uma fatia de todas
as nossas transgressões já bebe na manjedoura, quando a sujeira do mundo e a
escuridão de uma noite sem lâmpadas, simplifica a condição das trevas
espirituais em que o homem se encontra. Nada foi por acaso, a noite e a
rejeição dos abastados, e a vindo ao mundo numa descida aos lugares mais
tenebrosos da terra, morada de violência, ali vem o Cordeiro santo, revestido
em um bebe indefeso que vai chorar diante das calamidades humanas, isso me faz lembrar
uma frase de William Shekespeare: “Choramos ao nascer, porque chegamos a esse
imenso cenário de dementes” Sim o salário do pecado é a morte, e ele toma dessa
miserável sentença sobre si, toma as nossas dores, e carrega sobre si a nossa
condenação. Fez-se maldição por nós,
essa colossal descida para esse mundo, apenas revela o quanto a misericórdia pode
ir mais longe, como a graça pode contribuir para que sejamos justificados sem
merecermos. Nada nos resta senão crer, agradecer,adorar e nos prostrar diante
de um Deus tão bom. Pois não poupou seu único Filho, mas por nós pecadores,
entregou. Um pregador que aprecio, tentou expressar esses fatos de uma forma
clara, desde então tenho meditado sobre o fato de que as palavras humanas são
muito limitadas para expressar o que Deus em Cristo fez pela obra redentora da
cruz:“Um Deus que sofre a dor, injustiça e a morte por nós, é um Deus digno de
nossa adoração. Em um mundo de tantas dores e opressões, como poderíamos dar
nossa maior fidelidade a alguém que fosse imune a tudo isso? Este é um Deus que
sabe como são as tempestades porque ele veio ao mundo e mergulhou direto nas
nossas maiores dores e sofrimentos. Por causa dessa
auto-substituição, podemos ter vida” (Tim Keller- Tradução livre C. J. Jacinto)
segunda-feira, 16 de abril de 2018
A UNIÃO DO FILHO COM O PAI
A UNIÃO DO FILHO COM O PAI
Sermão IV
A unidade de Cristo co Pai, pode
ser bem observada em João 10:30, “Eu e o Pai somos um” mas adiante Cristo vai
falar da unidade entre os seus seguidores. Note a maneira como as coisas
espirituais co-existem, não é da mesma forma como vimos. A Unidade de duas
pessoas numa essência, pode ser vista de forma clara como Cristo afirma. Veja que
em 17:11 Jesus na sua oração intercessora estabelece o princípio para os seus
seguidores, “para que sejam um, como nós somos um” veja que Cristo não diz “Que
sejam um com nós” ele usa um pronome pessoal em João 17:30, e estabelece a
unidade, não apenas de fé(Efésios 4:13) mas uma unidade corporativa, orgânica,
que Paulo desenvolve muito bem em seus escritos (Veja I Coríntios 12: 12 ao 26)
Essa união de Cristo com Deus Pai, é um suporta para sua divindade. Como nós
somos um, é uma expressão de essência numa multiplicidade de pessoas, de uma
mesma natureza, daí vimos porque ele enfatiza que sejam como e não com. Porque
os discípulos também precisam de uma unidade, e Deus vê i verdadeiros cristãos
dentro dessa unidade. Somo membros do corpo de Cristo, há muitos membros, mas
um só corpo (Efésios 4:4, I Coríntios 10:17 e I Coríntios 12:12) Assim como
muitos salvos redimidos são um na economia divina, embora sejam indivíduos,
pessoas distintas que desempenham o
papel de membros de um corpo que é o conjunto de todos os salvos unidos numa
unidade absoluta, pois que Cristo não diz que sejam uns, mas um, como nós somos
um. É notável que essa unidade orgânica só é possível com homens, a natureza
humana pessoal unida a outro da mesma natureza, produz uma unidade, como um
reflexo da unidade divina entre Pai e Filho. Assim lemos em I João 1:3, por
exemplo, que a nossa comunhão é com o Pai e com o Filho, em Mateus 6:9 Cristo
ensina a oração com as palavras “Pai
nosso que esta nos céus” note que naquele momento ele estava na terra. João percebeu desde cedo à importância dessa
doutrina e em suas epistolas universais aborda esse tema, não podemos negar o
Filho e o Pai, a unidade está relacionada de modo completamente inseparável.
Por isso entendemos que a natureza divina, ainda estava em Cristo, e que a
Kenosis são significou o esvaziamento completo da divindade, porque em Atos
20:28 Lucas escreve que Deus comprou a sua igreja com seu próprio sangue, sendo
Ele verdadeiro Deus (I João 5:20) nunca mudou a sua natureza, apenas adicionou
a humanidade ao se encarnar (Veja Hebreus 13:8 com I Timóteo 3:16). Por isso
entendemos que Ele era um com o Pai, porque era da mesma essência divina, desse
modo também a comunidade de seus seguidores seriam também uma unidade de essência
feita na soma de muitos homens com a mesma natureza de novas criaturas, criadas
em verdadeira justiça e santidade (II Coríntios 5:17 com Efésios 4:24)
Clavio Jacinto
sábado, 14 de abril de 2018
O Evangelho da Verdade em um Mundo Antigo - Sermão III
Muitos Comentaristas e teólogos defendem
com acerto que Genesis 3:15 anuncia a vitória de Cristo, por esse motivo é
chamado de “protoevangelho”, não discordo dessa posição, porém veja os
primeiros lampejos do Evangelho em Genesis 3:8. Por quê? A resposta é simples,
Adão e Eva já tinham caído, pecaram no ato da desobediência, ouvindo a voz do
Diabo e seguindo seus conselhos malignos. As conseqüências foram imediatas,
perceberam a nudez, confeccionaram
roupas inadequadas e se esconderam do Senhor, então Genesis 3:8 narra a descida
do Senhor ao jardim, a passear pelo paraíso na virada do dia. Nessas alturas, aplica-se
um princípio espiritual: nossas iniqüidades fazem separação entre nós e
Deus(Isaias 59:2 a 4) Deus era onisciente, sabia do desastre, todo o dialogo
envolve um teste, não significa que o Senhor não estava consciente da situação.
Mas o Senhor desce, o criador volta, é um retorno, é uma visitação. Isso é evangelho!
Deus conosco, Genesis 3:8 é Mateus 1:23, Emanuel, Deus conosco. A misericórdia de Deus em ação diante de uma
situação de precariedade espiritual, não há mais prazer no encontro e na
comunhão com Deus, já não há mais amor. Não ouvimos uma declaração de amor por
Deus no dialogo de Adão e Eva, não uma inclinação para um arrependimento, mas
Deus desce, estava ali diante deles, perante eles, dialogando com eles. A
sentença da morte sobre o primeiro Adão, mais adiante também cairia sobre o
ultimo Adão, em ambos uma sentença, a primeira por causa do desobediência e no
ultimo por causa da redenção. Essa descida do Senhor até a criação, em Genesis
3:8 é o principio do Evangelho, ela prefigura Cristo o verbo que se fez carne,
ali no Éden era o princípio dos tempos, mas no caso de Cristo, a plenitude dos
tempos.(Gálatas 4;4) entendemos perfeitamente que quando Senhor desce ao
encontro de Adão essa era uma prefiguração de Cristo que vem tabernacular com
os homens. A iniciativa é sempre divina, o ato de Adão era esconder-se, a do
Senhor revelar-se, não podemos deixar de aceitar o fato de que Genesis 3 a ação
é monergistica, naquela circunstância, Adão e Eva estão escondidos, e o Criador
vem ao encontro de deles. Não há uma inclinação em Adão de procurar o socorro
divino, a inclinação é para a justiça própria, portanto eles vão tomar folhas
vegetais para tentar cobrir a nudez, e isso fala de justiça própria. Não há invocação ao Altíssimo, não há traços
de piedade em Adão, ao ser confrontado ele rejeita a misericórdia pelo
arrependimento e prefere o orgulho próprio colocando a responsabilidade da tragédia
na Mulher e em Deus, “A mulher que tu me destes” (Genesis 3:12) Como no caso de
Cristo, veio para o que era seu mas os seus não o receberam(João 1:11). Todo o cenário é adornado pela misericórdia e
pela justiça de Deus e nada mais, não há injustiça da parte de Deus, veio a sentença,
e então vem a misericórdia, agora podemos
aplicar Genesis 3:15. Mas nunca podemos tentar compreender esse texto sem olhar
com atenção ao contexto. Porque a vinda de Cristo em humilhação (Colossenses
2:9) está figurada na vida do Pai ao Éden, depois de ter sido levantado o muro
da separação por Adão . Ainda que o pecado tenha causado tantas misérias, note
que a ação de Deus é apaziguar toda a situação imediata, cobrindo o casal com
roupas protetoras e decentes, prometendo o triunfo sobre toda a malignidade,
desde então a economia divina é adornada pelo propósito redentor dos pecadores.
Clavio J. Jacinto
sexta-feira, 13 de abril de 2018
CRISTO : O CAMINHO TAL COMO ELE REALMENTE É - Sermão II
“Porque procuras Deus nas terras
estranhas das coisas mortais?” John Tauler em “O Caminho Interior”
Poderíamos encontrar Deus de
outra forma mais correta a não em e através de Cristo? Disse Ele: “Eu sou o
caminho, ninguém vem ao Pai a não ser por mim”(João 14:6). A completa revelação
da existência de Deus está na pessoa de cristo, ele traz pelo evangelho e pela
sua própria vida, a paternidade divina aos homens. No sermão da montanha dele
ensina a orar: “Pai nosso”. Há uma paternidade dada aos homens e isso é por
meio de Cristo, há uma união espiritual entre os homens piedosos e Deus, e isso se dá através de Cristo. Não se trata
de uma mera teologia, ou de uma simples filosofia, o caminho é uma pessoa que
conduz homens a um relacionamento com um Deus pessoa e paterno, e como desde o princípio,
a teologia de Cristo é viva como Ele é, a verdade está alicerçada numa Pessoa
eterna que torna a verdade como parte essencial da eternidade. Acesso a Deus
por uma pessoa, aqui não é a lógica racional que se dispõe a compreender, mas a
fé lógica. Não iremos encontrar Deus de
outra forma, não há outro caminho, a singularidade da forma como expressão
exata da revelação é por meio de Cristo. Não há dispositivos eficientes na
razão humana para ver o obvio que sela a criação, sua mente está nublada, seu
entendimento está centrado na matéria, sua alma está apegada ao temporal. Eis
porque tantos intelectuais encontram dificuldades de encontrar o acesso ao
conhecimento da evidencia de Deus pela criação somente. A incredulidade humana
é um cárcere que isola o intelecto humano das evidencias promovidas pela glória
da criação. Seu ser experiencial anula sua razão formal por causa do sofrimento
presente no universo, o homem tenta enxergar as coisas desde si mesmo para
fora. Cristo em sua encarnação, vem como a luz do mundo, como a porta que
conduz o homem para dentro da verdade. Ele diz ser o caminho, é uma vida, uma
direção, um mapa, mas acima de tudo é algo vivo e pessoal. Mas os atributos
ainda são mais elevados, pois também é eterno. O modo como se chega ao pleno
conhecimento de Deus é através de Cristo, essa é a via ortodoxa para se
alcançar a plenitude da revelação divina. O mover-se de Cristo das alturas para
a estrebaria de Belém, e de Belém para o Calvário e do Calvário para a
ressurreição e da ressurreição para a destra de Deus nas maiores alturas, e da
posição soberana para processar uma convergência em torno de si mesmo até a
consumação de todas as coisas, mostra que Cristo trabalha para revelar o propósito
de Deus para a igreja e para o mundo. “Ninguém vem ao Pai a não ser por mim” é
uma declaração muito elevada, Cristo é essa porta que se abre perante o coração
humano e mostra a todos a evidencia clara que Deus existe, Ele corrobora
através da sua missão que há um Deus
compassivo e Soberano, ao revelar-se perante nós como a realidade, como pessoa histórica,
o Verbo encarnado é a evidencia certa de que existe um Deus pessoal e acessível,
Cristo por sua vida atesta esse fato.
Não encontraremos evidencias fortes fora do bendito Verbo que se
encarnou, ressuscitou e vive para sempre.
Clavio J. Jacinto
segunda-feira, 9 de abril de 2018
Cristo: Nossa Riqueza
Cristo mantem a posição a posição de sacerdote eterno (Hebreus 7:17) significa segurança eterna para o cristão, pois sempre estará sob a ministração das bençãos celestiais, Cristo fará isso pelos salvos. A glória da presença de Deus será possível pelo sacerdócio de Cristo, pois Ele foi o perfeito sacrifício para a aquisição de bençãos eternas. Muitos reduzem a obra de Cristo a Salvação numa morte posicional no passado, mas sendo Ele um sacerdote eterno, significa que no céu haverá desfrute de muitas bençãos espirituais, ali todas as riquezas insondáveis de Cristo serão fontes de perene desfrute (Efesios 3:8) mesmo no presente momento, nessa atual dispensação, Cristo é nosso mediador (I Timoteo 2:5) o que significa proteção, consolo, defesa e guarda permanente sobre os salvos. Isso é motivo de grande gozo, olhamos para o autor e consumador da nossa fé (Hebreus 12:2) ali encontramos todas as provisões necessárias para vivermos a fé com vida abundante. (Clavio J. Jacinto)
terça-feira, 6 de março de 2018
A RELIGIÃO DO AVESSO
A RELIGIÃO DO AVESSO
Você conhece a história da
conversão de Paulo? Certamente você já está familiarizado com esse tema. Paulo
era fariseu, zeloso, grande defensor das crenças tradicionais do judaísmo.(Atos 9:1 a 30) Havia nele uma paixão pela religião, a crença corria em suas veias e pulsava na
vitalidade de suas ações. Era grande sua devoção, não havia marginalidade em
suas convicções, a religião era o centro onde gravitavam todos os impulsos e
sentimentos de Paulo. Até que num
caminho empoeirado, seguindo a Damasco, Jesus vai se encontrar com ele. Esse
encontro impactou a vida de Paulo, virou a sua religião do avesso, e caiu dos
compartimentos internos todas as crendices, todas as superstições, todas as
falsidades, todos os erros teológicos. Ele viu isso! Era uma quantidade enorme
de trapos de justiça, contaminados com o orgulho do velho homem. O encontro de Cristo com Paulo foi um
encontro da luz com as trevas, e a luz iluminou o coração de Paulo, e ele viu o
lixo acumulado dentro de si. Precisava se esvaziar até mesmo da sua visão.
Havia erudição em Paulo, mas não havia a luz da compreensão. Havia devoção mas
não havia verdade. Ainda assim, a
envergadura de suas convicções era gigante, o peso de suas crenças o tornava
gigante, servia como pedestal para apoiar seu próprio orgulho. Mas Cristo
encontra Paulo, era Paulo quem estava perdido, a luz de suas crenças iluminavam
só a sua cegueira, suas convicções espirituais fixavam a sua própria alma na
perdição. É exatamente o que ocorre com muitos, firmam suas convicções no erro,
e ali permanecem inabaláveis, a não ser que a graça de Deus os alcance e Cristo
vá de encontro a eles. A religião sem o
verdadeiro Cristo, sem a glória do perfeito evangelho, empalha o homem, serve
apenas para mumificar o coração, torná-lo rígido, endurecido, obscurecido, gerando
morte e rigidez espiritual. (Efésios
2:2). Mas há uma esperança: Cristo
Jesus, a sua glória santa e seu sacrifício perfeito estava indo de encontro ao
Paulo enfurecido, zeloso por uma religião cheia de grilhões, ouço o arrastar
deles no caminho de Damasco, Paulo precisava ser liberto disso, e o libertador
encontra-o no seu percurso de fúria, é um confronto, um encontro, uma
transformação, os ruídos intrépidos das parafernálias da religião morta caíram quando
Paulo caiu, caiu sua justiça própria, sua arrogância, suas crenças, suas
convicções, seu orgulho, seu sistema, os estilhaços de suas crendices se
espalharam, a alma de Paulo ficou nua, e ele viu seu próprio cadáver inútil,
mas Cristo foi de encontro a Paulo, levando a vida de ressurreição, para
entregar a Paulo a religião vivificante, o evangelho da graça de Deus. Desse
encontro, cristo revela-se e Paulo recebe a luz do evangelho, o perdão que vem
pelo evangelho, seu encontro é radicalmente transformador, ele não junta os
pedaços mumificados da velha religião adâmica, espalhados pela estrada, ele
deixa Cristo entrar na sua vida, e leva o Salvador consigo até Damasco. Ficou para trás a religião
adquirida pela tradição. Paulo continua com a sua intensa paixão, com a sua
vida de sacrifício, a diferença é que o seu eu morreu na cruz, e Cristo vive
dentro de seu coração. (Extraído de um sermão expositivo sobre Atos 9 - Autor:
Clavio J. Jacinto)
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
A Revelação Gloriosa do Cristo Salvador
"Ele é a revelação final de Deus.
Ele é o herdeiro de todas as coisas.
Ele é o resplendor da glória de Deus.
Ele é a exata expressão da natureza de Deus.
Ele sustenta o universo pela palavra do Seu poder.
Ele fez purificação dos pecados.
Ele está sentado à destra da Majestade.
Ele, Deus, entronizado para sempre com um cetro de retidão.
Ele é adorado por anjos.
Seu governo não terá fim.
Sua alegria esta acima de tudo no universo.
Ele tomou forma humana.
Foi coroado de honra e glória por causa do Seu sofrimento.
Ele foi o Autor da nossa salvação.
Ele foi perfeito em toda a Sua obediência por Seu sofrimento.
Ele destruiu o que tinha o poder da morte, isto é, o diabo.
Ele nos libertou das amarras do medo.
Ele é misericordioso e fiel Sumo Sacerdote.
Ele fez propiciação dos pecados.
Ele é compassivo devido as Suas próprias provações.
Ele nunca pecou.
Ele ofereceu alto clamor e lágrimas com temor reverente, e Deus O ouviu.
Ele se tornou fonte de salvação eterna.
Ele mantêm Seu sacerdócio pela virtude de uma vida incorruptível/indestrutível.
Ele se coloca na presença de Deus a nosso favor.
Ele é Fiador de uma aliança superior.
Ele é santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, mais sublime que os céus.
Ele é perfeito para sempre.
Ele virá segunda vez para salvar aqueles que estão avidamente esperando por Ele.
Ele é o Autor e Consumador da nossa fé.
Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente."
John Piper
Ele é o herdeiro de todas as coisas.
Ele é o resplendor da glória de Deus.
Ele é a exata expressão da natureza de Deus.
Ele sustenta o universo pela palavra do Seu poder.
Ele fez purificação dos pecados.
Ele está sentado à destra da Majestade.
Ele, Deus, entronizado para sempre com um cetro de retidão.
Ele é adorado por anjos.
Seu governo não terá fim.
Sua alegria esta acima de tudo no universo.
Ele tomou forma humana.
Foi coroado de honra e glória por causa do Seu sofrimento.
Ele foi o Autor da nossa salvação.
Ele foi perfeito em toda a Sua obediência por Seu sofrimento.
Ele destruiu o que tinha o poder da morte, isto é, o diabo.
Ele nos libertou das amarras do medo.
Ele é misericordioso e fiel Sumo Sacerdote.
Ele fez propiciação dos pecados.
Ele é compassivo devido as Suas próprias provações.
Ele nunca pecou.
Ele ofereceu alto clamor e lágrimas com temor reverente, e Deus O ouviu.
Ele se tornou fonte de salvação eterna.
Ele mantêm Seu sacerdócio pela virtude de uma vida incorruptível/indestrutível.
Ele se coloca na presença de Deus a nosso favor.
Ele é Fiador de uma aliança superior.
Ele é santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, mais sublime que os céus.
Ele é perfeito para sempre.
Ele virá segunda vez para salvar aqueles que estão avidamente esperando por Ele.
Ele é o Autor e Consumador da nossa fé.
Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente."
John Piper
sábado, 19 de agosto de 2017
As Ovelhas e o BOM PASTOR
CLAVIO J. JACINTO
quarta-feira, 5 de julho de 2017
terça-feira, 20 de junho de 2017
segunda-feira, 19 de junho de 2017
O Cordeiro e o Caminho
Quando a voz do cordeiro é inconfundível, a direção que tomamos, jamais pode por si mesma ser uma direção tomada pela confusão e pela duvida
C. J. Jacinto
domingo, 18 de junho de 2017
segunda-feira, 12 de junho de 2017
A Cruz de Cristo e o Amor de Deus
Não deixe que te engane, DEUS amou o mundo de tal maneira que deu seu FILHO. Os homens perversos e pecadores deram ao FILHO de DEUS, a cruz. A cruz não simboliza o amor de DEUS, simboliza a crueldade dos homens. Não foi o amor de Deus que foi derramado na cruz, mas a sua justiça terrível, por causa de nossos pecados. Na cruz CRISTO levou o pecado dos homens e não o amor de Deus. A cruz foi uma punição severa contra um Cristo, Ele sofreu voluntariamente para salvar os pecadores da maldição eterna (Clavio J. Jacinto)
quinta-feira, 27 de abril de 2017
O SEGREDO DA VIDA ETERNA
A vida espiritual não pode permanecer no coração, se antes de tudo Cristo não permanecer dentro dele como Senhor absoluto (Clavio J. Jacinto)
segunda-feira, 13 de março de 2017
sábado, 17 de dezembro de 2016
Perfeição de Cristo
Cristo foi homem perfeito, para ser perfeito exemplo aos homens. Foi DEUS humilhado, para nos ensinar que no caminho do amor, não há sacrifícios impossíveis.
Clavio J. Jacinto
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Vida Interior
Mergulho no intimo do meu silencio, para saciar a sede desesperada de meu espirito inquieto. Encontro o Senhor Jesus Cristo, e bebo das fontes refrescantes da sua presença, para contemplar minha própria existência dentro da eternidade.
Clavio J. Jacinto
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Intimidade e Transformação
A vida espiritual começa com a intimidade com o Deus da Palavra pela Palavra de Deus, esse é um caminho espiritual de profundidade e riquezas. Nosso relacionamento com o Senhor ganha proporções intimas, quando a sua Palavra ecoa no profundo do nosso ser. A Palavra de Deus é uma porta para esse relacionamento profundo. Uma vez que mergulhamos no oceano interior da sua comunhão, passamos a vivenciar mais de sua graça e de sua misericórdia. Nada pode ser tão valioso quanto essa fé que faz com que tenhamos a possibilidade de penetrar das realidades espirituais em Cristo Jesus. Partindo por esse caminho, o espirito do homem regenerado torna-se uno com o Espirito de Cristo. Ainda que meramente humanos, estaremos completamente dentro da vida eterna de Cristo, e vivenciaremos o fluir da vida plena que Ele nos concede pelo seu grande amor.
Clavio J. Jacinto
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
AO ENCONTRO DE CRISTO
Em meio as turbulências
Vou a Cristo, minha paz
Em meio as tempestades
Vou a Cristo, minha paz
Guerras, conflitos e adversidades
Minha segurança é Cristo
Medo, perseguições e ansiedades
Cristo, minha eterna paz
Em meio a dores e aflições
Vou a Cristo, minha paz
Em meio aos ao amargo desalento
Vou a Cristo, minha paz
Incertezas, Confrontos e decepções
Minha segurança é Cristo
Desprezos, dificuldades e lamentos
Cristo, minha eterna paz
Clavio J. Jacinto
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