segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

OS PECADOS DE SODOMA E GOMORRA




Quais eram os pecados daquelas cidades impias?

Quais foram os pecados de Sodoma e Gomorra? Essa pergunta seria considerada como insensata, se ela ecoasse em algumas decadas atrás. Qualquer estudante das escrituras que se deparasse sobre o texto (Genesis 18) concluiria pelo próprio contexto que os pecados dos habitantes daquela cidade, eram gravíssimos, de ordem moral e sexual, como vimos no proprio texto.

Porém, certos apologistas, querendo defender pecados de imoralidade sexual condenados pelas escrituras, apelam para o texto de Ezequiel 16: 49 e 50, como texto que prova definitivamente que os pecados de Sodoma e Gomorra não eram de ordem sexual. Ezequiel denuncia que os pecados daquela cidade eram “fartura de pão, abundancia de ociosidade, soberba e complementa o profetas que cometeram abominações” Assim, alguns apologistas do pecado, acham no texto de Ezequiel prova definitiva de que os pecados de Sodoma e Gomorra não eram de ordem sexual, ou melhor, não era a imoralidade sexual. Esse é um erro grave, próprio daqueles que não respeitam o contexto geral das escrituras sobre o assunto ou dos que querem enganar os incautos. Que as descrições de Ezequiel são verdadeiras, não há duvidas, havia muitas praticas pecaminosas naquelas cidades ímpias. Por isso a denuncia de Ezequiel 16:49 e 50 é um complemento da gravidade das ações dos habitantes daquelas cidades. Mas nunca devemos ancorar as pesquisas em Ezequiel, porque a passagem do profeta não nega o fato das abominações sexuais dos Sodomitas e Gomorritas. Vejamos uma outra passagem  “Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue a fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena de fogo eterno (Judas 1:7 ACF) vamos verificar mais duas traduções a ARA e a Alfalit. A ARA (Almeida Revista e Atualizada) diz “Como Sodoma e Gomorra e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregado a prostituição...” a Alfalit diz: “De modo igual a estes, Sodoma, Gomorra e as cidades em redor se entregaram a prostituição e a relações carnais antinaturais...” Vimos de forma clara, que Ezequiel é apenas um complemento dos pecados, que não eram só a praticas sexuais imorais, mas outros pecados, pois que as escrituras sempre declaram que um abismo chama outro abismo (Salmos 42:7)

Pr Clavio Juvenal Jacinto

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Sete Verdades para Voce meditar








A diferença entre a batalha espiritual das escrituras e do neopentecostalismo, é que nas escrituras era um conflito de verdade e no neopentecostalismo é uma comedia


A psicologia é a arte científica de inocentar bandidos e justificar pecadores


O Novo Testamento nos convoca a vivermos um cristianismo em forma de lutas e renuncias, a igreja moderna nos quer desviar do caminho do Novo testamento, apresentando um evangelho que nos leva para o entretenimento e a aquisição e posse de bens materiais.

O diabo não leva a sério, a fé de quem não tem compromisso com o evangelho

Para um homem ser forte diante do mundo ele precisa ser arrogante e humilde, mas para um homem ser forte diate de Deus ele precisa ser humilde e sensato

Avivamento é a palavra de Deus acesa dentro de voce, e o coração ardendo em santidade.

Olhar para o defeito dos dos outros, e ignorar os proprios defeitos, esse é o maior de todos os defeitos.


Pr Clavio Juvenal Jacinto







sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

O VALE DA CARNE


O VALE DA CARNE (Uma poesia sobre o carnaval)



As nuvens choram vossas festas
Os risos ocos de vossos ocos risos
As fúteis alegrias de vossas danças
A agonia dos vossos intrépidos vícios

As águas não lavam vossa escuridão
Os pulos que abastecem o abismo
O ostracismo de vossos cânticos
As volúpias velhas e tão  retorcidas

O que vale vossos gritos?
Se as cinzas cobrem vossas línguas
O murmurio do mar seco que vos traga
O deserto árido da vossa mente vaga

As carnes dançantes se inflamam
Os ritos sufocantes dos sopros ácidos
Por teus falsos consolos, as feridas
Por tuas dores, as vaidades da vida

Foges para o vale da escravidão da carne
Mergulhas no insensato som dos batuques
Inebriados nas mais baixas paixões
Cultuas o coração da enfermidade

Quando enfim, as ânsias ficam soltas
A lama vaga, vazia tanto pesar, chora
Sem mais suor para derramar em vão
Engole a seco, a própria vida afora

Clavio Juvenal Jacinto

O Cristo que Sustenta todas as coisas.

Serie Preexistência de Cristo - Parte V




As escrituras afirmam que Cristo é o Criador e mantenedor das coisas criadas (Colossesnes 1:16 e 17 com Hebreus 1:3. A matéria não é eterna, Deus é eterno. Não sabemos exatamente quando todas as coisas foram criadas. É lógico acreditar que antes de um universo físico havia um universo espiritual, pois sendo Deus eterno, haveria de existir também um lugar eterno, habitação do Deus eterno. Nossas experiências são terrenas e físicas, então temos uma visão muito limitada. Achamos que as coisas precisam ser físicas para serem reais, mas não é assim, as coisas mais reais são as mais espirituais. Concluímos que o ser mais real que existe é o Deus triuno, por ser criador e mantenedor. No Novo Testamento, é dado a Cristo os atributos de criador e mantenedor. Ora por causa desses atributos, concluímos que sua preexistência é um fato, de outra forma, como Cristo poderia ser o mantenedor das coisas antes de seu nascimento? Uma vez que não existe uma mutabilidade na essência da pessoa de Cristo, como advoga o autor aos Hebreus (Hebreus 13:8) sabemos que o universo na era adâmica, era mantido por Cristo, ainda quando estava encarnado na plenitude do tempo,de alguma forma, o universo estava sob seu controle, e agora a destra da Majestade nas alturas, ainda continua exercendo esse domínio. Talvez seja um pouco difícil entender isso. Mas um estudo cuidadoso das escrituras sobre o assunto, não nos leva para um caminho diferente. Quanto mais estudamos a pessoa de Cristo e a sua associação com a criação, mas descobrimos o poder que Cristo exerce sobre as coisas criadas. Como em estudos anteriores, falei sobre o espaço e o tempo, que Deus é um eterno presente, e Ele é o criador de ambos, preciso agora acrescentar algo: Deus não precisa de espaço e tempo para ser Deus, é o espaço e o tempo que precisam de Deus para existirem, e nós, em nossa forma física precisamos de Deus para existirmos, e precisamos também do espaço e do tempo, somos dependentes de Deus,  do espaço e também do tempo, somos bem limitados nessa condição atual. Parece que o novo céu e a nova terra, na idade da restauração de todas as coisas, e quando tivermos corpos gloriosos, como o de Jesus Cristo, o espaço e o tempo terão sidos modificados de tal modo que teremos experiências diferentes dessas que temos nesse espaço fechado. Porém esse assunto pode ser tratado em outro estudo, porque o foco é a preexistência de Cristo. Desde que o universo foi criado, tudo indica, pelo estudo das escrituras, que Deus Pai deu ao Filho a responsabilidade de manutenção. Assim as coisas são coordenadas e controladas e mantidas pelo Filho como descreve de forma clara Hebreus 1:3. No versículo 2 do mesmo capitulo o autor nos fala sobre a criação “Por quem fez também o mundo...” e então no versículo 3: “sustentado todas as coisas pela palavra do seu poder”. Essa sustentação é universal, ela inclui a segurança dos salvos, inclui a manutenção das coisas espirituais, inclui a s bênçãos da redenção, inclui também a ordem física das coisas criadas, a manutenção do tempo e do espaço, do universo e o sustento essencial para a existência continua da criação, até que se cumpra todo o propósito de todas as coisas. Isso é reforçado pelo que lemos em Colossenses 1: 16 e 17: “Porque nele foram criados todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele” (Colossenses 1:16 e 17). O versículo 17 é claro em afirmar que “Ele é antes de todas as coisas” e como não haveria de ser assim? Sendo ele o bendito mantenedor de todas as coisas, essas coisas subsistem por causa do seu Poder e Autoridade. Assim vimos de forma clara que as escrituras ensinam que Jesus existia antes de sua encarnação, negar esse fato é negar o que a bíblia ensina de forma clara.


Pr Clavio J. Jacinto

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Verbo, Cordeiro e Salvador



Série preexistencia de Cristo Parte IV


“Que Sendo em forma de Deus...”(Filipenses 2;6)  Paulo ensina em Filipenses 2:5 a 11, sobre a “kenosis” a doutrina do esvaziamento de Cristo, ou da humilhação de Cristo, deixando sua posição celeste, para ocupar-se do ministério da redenção aqui na terra. Ora o apostolo Paulo fala algo interessante, a teologia cristologica desse apostolo nos dá muitos lampejos de glória do Eterno salvador.  “Sendo em forma de Deus...” o termo grego traduzindo por “sendo” é uparcho, e significa algo que já existe, que pré-existe, que é durável, que tem consistência eterna, basta consultar um léxico grego do Novo Testamento para descobrir essas preciosas verdades a respeito de Cristo, Nosso Senhor e Salvador.(5)  A durabilidade de Cristo é incondicionalmente eterna com o Pai, esse desprendimento que existiu na pessoa bendita do Salvador a mais de 2000 anos, se constitui um dos mais magníficos mistérios de Deus. A posição de Cristo de Senhor para servo, não faz dele em hipótese alguma um servo absoluto, onde perde completamente o seu senhorio, o testemunho dos evangelhos é que Jesus Cristo, mesmo sendo o verbo encarnado, no seu esvaziamento, não deixou de ser Senhor, pois lemos isso em diversas passagens (Mateus 3:3 e 8:2 Lucas 6:46, João 9:38, 11:2, 11:27, 14:22 etc). Cristo sendo em forma de Deus, não somente testemunha da sua divindade, mas também da sua preexistencia de forma muito clara. Sua humilhação só pode acontecer na forma mais concreta possível, porque Ele deixa uma posição de glória e poder, para ser submetido a uma forma de limitações e servidão. Ele deixa a destra da Majestade nas alturas, para caminhar nas ruas do mundo. Essa mudança de posição, não está limitada ao interior de Maria, sua mãe terrena. Está alem do tempo, e penetra nos recônditos da eternidade infinita. Sua mudança de posição, ou um deslocamento de presença, mostra apenas que a sua mobilidade foi uma projeção da misericórdia de deus junto a humanidade caída. Desde que se ele fosse meramente humano, haveria algo de errado coma redenção. Homem nenhum pode redimir-se a si mesmo, e muito menos redimir outros. Essa é a base da redenção. Acredito que só através da humilhação de Cristo, sua descida e sua encarnação, sendo verdadeiramente homem e verdadeiro Deus, incluindo a sua existência desde toda a eternidade, daria as condições necessárias para uma perfeita redenção através de um sacrifício perfeito. A abrangência da obra da cruz está inserida na natureza do próprio Cristo. Sendo Ele de abrangência atemporal, consegue alcançar todos os níveis de tempos, e assim efetuar uma eterna redenção (Hebreus 9:12) Ele só pode efetuar uma eterna redenção, porque Ele é eterno, não do ponto de vista humano, olhando para a frente, acreditando que Cristo alcançou uma imortalidade através da ressurreição, mas porque Ele tem a  eternidade em si, e ao doar-se como cordeiro de imolação para efetuar uma redenção pelo sacrifício da sua própria natureza imaculada e eterna, consegue efetuar algo que tem duração perpetua, porque a entrega completa de seu próprio ser na Cruz,  faz com que os efeitos da expiação conquistado pela sua morte vicária, tenha o mesmo caráter duradouro dEle mesmo, que efetuou a redenção. Por isso sendo em forma de Deus, ele não usurpou ser igual a Deus. Sua glorificação veio pela humilhação, pela conquista de uma vitória, a vitoria sobre o pecado e sobre aquele que tinha o império da morte. Assim, ao desprender-se da sua glória e vir a esse mundo, Cristo desce e despoja-se da sua natureza celeste e vem revestir-se de uma natureza terrestre, nessa humilhação a sua natureza carnal é exterior e a sua natureza divina é interior, na sua ressurreição, seu corpo é glorificado, sua humanidade se interioriza e a sua glória divina se exterioriza, uma vez efetuado a redenção e ressurreição, atestam as escrituras que  só existe um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem (I Timoteo 2:5).


Pr Clavio J. Jacinto

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

DEZ FRASES SOBRE VERDADEIRA ESPIRITUALIDADE



A maioria dos evangélicos brasileiros não vivem a verdadeira fé porque não estão sendo ensinados a cerca do verdadeiro evangelho

É um grande engano crer nas escrituras seguindo um padrão de interpretação delas, a partir de nossas opiniões pessoais.

A fé verdadeira não é impulsionada pelo que se vê, mas por aquilo que é invisível. é a inveja, a ambição e a avareza que são sustentadas dentro do coração do homem por aquilo que ele vê.

Não é a experiencia que estabelece o rigor de uma verdade, mas sim o contexto que defende ela como sendo verdadeira.

O misticismo é um caminho minado. Muitas vezes produz luz que vem de uma explosão que precede uma ruina espiritual.

Uma doutrina das escrituras não pode vir de um texto isolado, quando isso ocorre, produz-se um erro que se isola da verdade.

Nossas convicções não devem estar fundamentadas em experiencias misticas, mas na pratica incessante da palavra de Deus.

Somos do Hoje, e muitas vezes carregamos dois fardos que pesam a vida de forma terrível, o passado que não apagou as oportunidades perdidas e a ansiedade do dia de amanhã

Não é a idade que faz as pessoas ficarem maduras, e sim a a experiência da pratica constante da prudencia.

Deus não está interessado na nossa opinião sobre religião, ele está interessado que estejamos submissos a Sua vontade

Pr Clavio Juvenal Jacinto

Cristo: Sua Mobilidade descensional e Ascensional





Serie preexistencia de Cristo Parte III



Está escrito em João 3:13: “Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem que está no céu” talvez poucos notem o sentido amplo dessas palavras. Quando Jesus pronunciou essas palavras Ele estava na terra, junto aos discípulos, cumprindo a sua missão junto ao mundo, a saber a redenção. Mas note que Jesus afirma “O Filho do homem que está no céu”, mas Ele não está no céu. Onde ele pronuncia essas palavras? Na terra! Aqui temos um sinal da onipresença de Cristo, são sinais quase imperceptíveis aos olhos comuns, mas essas perolas podem ser adquiridas  quando cavamos a palavra de Deus. O que vejo nesse versículo, corrobora a preexistência de Cristo, e vou explicar porque compreendo assim. O evangelho de João destaca um Cristo eterno que esta em movimento, esse movimento do atemporal para o temporal, do infinito para o finito, pode ser percebido desde João 1:1.  Chamo isso de mobilidade descensional e mobilidade ascensional, porque o testemunho de Cristo me que Ele veio do céu, ou do Pai, e para lá retornaria quando cumprisse sua missão redentora aqui no mundo. Na mobilidade descensional (Estou usando esse termo para descrever uma descida de um lugar para outro, nesse caso, do Céu para a terra) mostra que Ele existia com Deus Pai e em Deus Pai, antes que Ele se fizesse carne. Ele foi gerado pelo Espirito Santo no interior de Maria. Essa mobilidade descensional, cumpre um rigoroso método de humilhação. Porque além de se fazer carne, o Logos Eterno, teve que respeitar as condições de como um homem vem a esse mundo. Já desde o principio, no seu nascimento, enfrentando as condições rigorosas das dificuldades impostas por uma geração que tinha o coração endurecido pelas religiões mortas. Assim como existiu a mobilidade descensional, onde mostra claramente que Cristo desceu do céu, vimos que também Ele sobe para o céu depois da sua ressurreição e isso é corroborado de forma muito clara, porque o testemunho do Novo Testamento é muito forte com relação a esse fato.(Atos 5:1 a 11, I Corintios 15:1 a 23 etc). Jesus falou sobre esse retorno, geralmente se estuda muito sobre a segunda vinda de Cristo, o seu retorno a esse mundo, pouco se fala sobre um outro retorno, a sua volta até o céu de onde Ele saiu, sua ressurreição e ascensão, foi uma  espécie de retorno para lá, Assim como houve uma vinda do Cristo do Céu para a terra, houve também um retorno para lá, assim como houve um retorno para o Céu, haverá também um retorno para a terra (João 14:1 a 14) Essa é uma doutrina maravilhosa! Como existiu essa mobilidade descensional e ascensional de Cristo, ou seja, ele saiu de um lugar geográfico (o Céu) veio para um lugar geográfico (A terra) e retornou para lá (O Céu) virá novamente, mas em glória e majestade, não em forma de humilhação, mas como Senhor Todo Poderoso. Vimos como toda a história da redenção é uma historia de movimento no espaço e no tempo, compreendido de forma literal e histórico. Temos assim, nas declarações do próprio Cristo, provas que evidenciam sua preexistência, porque ele era com o Pai, antes de ser em Maria, e depois da sua morte e ressurreição, teria que novamente retornar para seu Pai (João 14:12)

Pr Clavio Juvenal Jacinto

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