quinta-feira, 10 de maio de 2018

Experiências ou Escrituras?




O grande problema na espiritualidade cristã moderna é relacionada a verdade, porque há uma inclinação muito forte e uma promoção universal da experiência mística como meio de sustentar realidades espirituais. De certa forma, muitos atribuem a experiência, a base pelo qual devem sustentar a verdade, o que é um erro grave, pois conduz a dois desvios sérios, o primeiro para o pragmatismo e o segundo mais grave a ainda, a substituição das Escrituras como autoridade suficiente para outro meio de verificar a verdade, essa a ultima abre as portas para o engano. As vezes esse desvio é muito sutil, porque de fato, conheço muita gente que jura ter a bíblia como única regra de fé, mas se confrontado com a bíblia no que tange testar suas crenças, não aceitam a bíblia como a autoridade e rejeitam sorrateiramente o que a bíblia diz.  Aqui vimos como é complicado o caso de duplicidade quando a questão é ter ou não a bíblia como regra de fé e autoridade final. Porque em muitos casos as experiências falam muito mais alto, e possuem uma força de influencia muito maior do que a simples fé de colocar-se inteiramente sob a jurisdição da Palavra de Deus.  Não estou dizendo que a experiência e os sentimentos e a emoção não sejam verdadeiros na fé cristã, acho que Jonathan Edwards abordou muito bem esse tema no seu magnífico livro “Experiências Espirituais” A questão abordada aqui é relacionada à Bíblia como autoridade final e isso exige fé naquilo que ela declara e não confiança absoluta naquilo que sentimentos ou experimentamos. O absoluto nessa abordagem da fé e autoridade seria para dentro das Escrituras e não para fora dela.  Tê-la como única regra de fé e autoridade em questões espirituais e manter firme a crença de que o que ela diz e a verdade e tudo mais deve estar sujeito aos critérios determinados por ela. Em uma época em que o pragmatismo tem penetrado dentro da igreja de forma clara e contundente, devemos confrontar as nossas convicções e para verificar realmente a nossa posição espiritual, Como disse Alex Konya: “Já é tempo de tratar minuciosamente com a evidencia bíblica e permitir que a revelação divina interprete as experiências. As escrituras é que determinam a verdade, e se as experiências não se enquadram com a verdade, devem ser reinterpretadas.” (Salmos 100:5, 119:105, João 17:17, II Timóteo 3:15 e 16 etc.)

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Esperança Fortalecida


O céu chora com as nuvens feridas
Para consolar a terra rasgada pelo arado
Que acolheu a semente do doce fruto

É quando um ferido consola outro ferido
Que a esperança se fortalece
Em um muito cheio de aflições...

Clavio J. Jacinto

Cegueira Espiritual

Percebo como a cegueira espiritual é dramática em nossos dias, principalmente dentro da cristandade atual. Mesmo diante de tantos escândalos, desvios doutrinários, mesmo diante da apostasia generalizada e um contingente enorme de falsos profetas, mesmo diante da superficialidade da espiritualidade e a completa falta de frutificação espiritual em quase todos os setores evangélicos, com uma tendencia ao barulho e a desordem, se instaura o caos e a confusão. Mesmo assim, notamos como tanta gente segue carregando o fardo do orgulho de pertencer a um segmento corrupto da religião, vivendo a fabula de que tudo vem de Deus e que estamos vivendo um avivamento. A cegueira espiritual é a grande tragedia da nossa época, porque a permissividade ao erro, apenas conduz os cegos a dar um "amém", sobre tudo aquilo que a Palavra de Deus reprova e condena. (Clavio J. Jacinto)

Prudencia

A prudencia como uma virtude rara hoje em dia, é aquela qualidade espiritual pela qual você olha para o mundo religioso a sua volta, e então abraça a fé na suficiência das Escrituras e continua a sua jornada de fé, sem financiar falsos profetas e guardando-se dos maus obreiros. (Clavio J. Jacinto)

Firmeza


Sã Doutrina e Apostasia


Pluralidade de Mundos Habitados.


Uma questão que sempre reacende em nós é a possibilidade de vida inteligente fora da terra, ou melhor, vida em outros planetas habitados. A princípio parece que essa crença é muito forte no espiritualismo, porém nesses últimos dias, alguns cientistas tendem a reformular o assunto, e acreditam que a humanidade pode estar correndo o risco de uma invasão extraterrestre ou pode estar sendo ameaçada por eles. Num livro espírita de perguntas e respostas, encontrei uma seção que fala sobre esse assunto; Eis a pergunta: “Os diferentes mundos que circulam o espaço terão habitantes como a terra?” a resposta de Kardec: “Todos os espíritos afirmam e a razão diz que assim deve ser. A terra não ocupa no universo uma posição especial, nem pela sua colocação nem pelo seu volume, não pode possuir o privilegio exclusivo de ser habitada (O Principiante Espírita FEB, 1964 Item 105 Pag 96) Não há nas Escrituras uma prova evidente de que exista outros planetas habitados, essa crença é de tendência esotérica, e tudo o que se sabe a respeito parte de visões, mediunidade ou canalização. Não há nada concreto e evidente sobre isso. Pelo fato do silencio bíblico ser tão evidente, creio que o evangelho concentra-se no problema humano, e por isso mesmo a terra é um palco especial no cosmos, porque aqui o Verbo se fez carne.(João 1:1 com I Timóteo 3:16) Aqui ocorreu a redenção, e todo o universo será renovado desde essa dramática redenção,(Apocalipse 21) a obra perfeita e consumada de Cristo na cruz. (Hebreus 10:14)Foi realizada desde a terra, o conflito de satanás projetou-se sobre a terra, e a historia universal da redenção de tudo parte desde aqui. Sei o quanto isso é intrigante, mas a fé cristã parte desde a obra de Cristo, todo o universo foi afetado pelo pecado (Romanos 8:20 e Hebreus 1:11 e 12) por isso, a terra, na atual dispensação ocupa um lugar especial no universo, por causa da obra de Cristo. Não há evidencias de outros planetas habitados, os que crêem, precisam argumentar encima de teorias ou revelações extra-biblicas, esse ultimo, deve ser rejeitado por qualquer verdadeiro cristão
(Clavio J. Jacinto)

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