segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Pensamentos Sobre apostasia e Fim dos Tempos
Nos dias de confusão em que vivemos, aquele que não anda pela luz das escrituras, aquele cujo percurso não tem uma lampada para os pés e uma luz para o caminho, mas anda conduzido por opiniões proprias e alheias, e não se dá ao cuidado de ouvir todos os conselhos de Deus, pela exposição de toda a Escritura, corre um grande risco de naufragar na fé por causa dessa terrivel onda de apostasia que varre o cristianismo
Para que tu sejas a luz que Cristo quer que sejas, tens que andar pelo caminho da obediência do evangelho, firmar o coração na fidelidade a Ele, cultivar um grande zelo pelas coisas verdadeiras, só assim teu testemunho vai resplandecer diante dessa geração perversa.
Entre um verdadeiro profeta e um falso, há uma grande diferença pelo menos nisso : Uma grande multidão está disposta a aplaudir o falso e apedrejar o verdadeiro
Nunca devemos perder a fé, é ela que ilumina a nossa esperança, nunca devemos perder o amor pela verdade, pois é o amor que nutre o zelo pelas coisas certas. Não existe evangelhos alternativos, a mensagem é uma só, pela cruz e não pela prosperidade, pelo sacrifico e não pelo conforto, pela profundidade e não pela superficialidade, pela coragem e não pelo disfarce. A fé e o amor, não sobrevivem, a não ser pelo caminho traçado no Calvario
Quando você procura a Deus apenas para livrar-se de seus problemas pessoais, quando você o segue pensando unicamente em si mesmo e nos benefícios e nas vantagens que isso te proporcionará, voce não está seguindo o caminho do evangelho, você está seguindo o caminho da apostasia.
Muita gente na igreja está procurando ouvir o barulho que impressiona, não a palavra que edifica. Querem pular e gritar, não meditar e refletir nas coisas sagradas, procuram o misticismo e não a santificação, clamam "Senhor! Senhor!" mas rejeitam a cruz que Ele mandou tomar. É certo concluir que seguir a Cristo sem obedecer a Ele, não recorre em salvação, mas em condenação. Se um homem semear a ilusão religiosa, nunca colherá a realidade da redenção
Pr Clavio Juvenal Jacinto
sábado, 20 de fevereiro de 2016
O livro Defesa da Fé, de Jim Brog é uma boa ferramenta de apologetica, o livro aborda a tematica judaico cristã, o livro esta disponivel em ingles somente, uma oportunidade para quem tem um pouco de dominio da lingua do Tio Sam. Se voce tem esse merito então, recomendo, faça do download e LEIA!
link:
http://windlanwive.jimdo.com/2015/05/28/read-or-download-in-defense-of-faith-the-judeo-christian-idea-and-the-struggle-for-humanity-ebook-online-free-pdf/
A SINDROME DE JUDAS ISCARIOTES
Como os inimigos da fé cristã atacam injustamente
o cristianismo verdadeiro
Mais de 2000 anos de historia cristã,
contando a partir do nascimento de
Cristo, e tantas coisas podem ser apontadas pelos críticos de plantão, incrédulos
e opositores da fé cristã. A história de Cristo é uma história acima de
qualquer suspeita pelo caráter proveniente do próprio homem que dividiu a
história da civilização em antes e depois, fez a historia mudar de rumo, pois a
civilização ocidental pouco a pouco se alicerçou sob as bases da fé cristã, a
partir dessa visão surgiram os grandes empreendimentos da era civilizada, como
o surgimento de hospitais, universidades, escolas. A historia de Wesley, Booth,
William Wilberforce, Jonatham Edwards, Francisco de Assis, etc e etc, não deixa
duvida quanto ao poder do cristianismo. Porem os críticos de plantão, incrédulos
do nosso século, tramam a conspiração, usando um método que eu chamo de síndrome
de iscariotes. Judas foi o mal afamado traidor de Cristo, ele era seguidor, fazia
parte do colégio apostólico, foi correligionário da fé primitiva, testemunha
ocular de Cristo, ouvinte dos sermões expositivos do mestre de Nazaré. Ele era
um “cristão” que não seguia a Cristo. Ele era apenas um acompanhante da
comitiva messiânica, nada mais que isso, em questões espirituais. A ação de
Isacariotes, inserido no meio dos seguidores, ele mesmo com a marca de
seguidor, um seguidor com segundas intenções, mal intencionado, cuja a compreensão
da missão de Cristo, fugia completamente da sua mentalidade focada no lado
material e egoísta. Eu poderia afirmar que se o centro da nossa atenção fosse Judas,
se a base da nossa perspectivas espirituais fosse ele, se sua conduta fosse
modelo de fé, e se a avaliação do cristianismo feita a partir de suas ações, teríamos
com certeza grandes decepções! Pois é isso exatamente o que fazem os críticos. Ao
atacar o cristianismo, se faz uma coleção de acusações como perseguições,
guerras religiosas, disputas pelo poder, enganos, mercantilismo da fé, propagação
de erros, heresias e mentiras, e então se apresenta como: Isso é o
cristianismo! Eu poderia ser considerado como um insensato, se ao ler os
evangelhos chegasse a conclusão que Judas Iscariotes, Himeneu e Fileto e outros
seguidores fossem o resultado final do cristianismo. Apresentasse eles para o
publico e dissesse: O cristianismo falhou, produziu monstros morais, tipo Judas
que Traiu o seu próprio mestre, por miseras trintas moedas de prata e depois
vai se enforcar! É isso que os incrédulos, inimigos da fé fazem. Eles somam os
falsos, incompetentes e traidores da historia, eles somam os acontecimentos
escandalosos que não condizem com a fé, e nem fazem parte da essência do verdadeiro
cristianismo e concluem que o cristianismo é falso. Essa atitude é uma
incessante parodia entre os opositores, e a ressonância, o eco dessa péssima apologia,
não cessa. Atravessa as décadas. E ainda se sobressai como se fosse digna de
uma vera evidencia contra o cristianismo verdadeiro. O cristianismo autentico,
gera homens como a dignidade de seu próprio mestre, como disse Paulo “Criados
em verdadeira justiça e santidade”. Talvez cristãos verdadeiros, que carreguem
na pagina do caráter, a propria imagem do Salvador seja mais rara do que se
possa pensar, mas existem em maior numero do que se possa calcular. É inadmissível que a síndrome de Iscariotes
seja o modelo mais usado pra fazer apologia contra o cristianismo em nossos
dias. Poderia se dizer. Jim Jones era cristão, portanto segue a norma de que o
resultado do cristianismo foi a tragédia de Jonestown. Essa é uma premissa errada, uma falácia,
porque o cristianismo não é uma mera confissão de crenças, Cristo em seus
ensinos enfatizou muito bem que a ortodoxia segue a ortopraxia e a ortopraxia a
ortopatia, essas três qualificações devem estar em um constante equilíbrio,
todo o Novo Testamento atesta esse princípio. Nossa crença correta deve
produzir pensamentos corretos, e por fim deve produzir ações corretas. Quando
esse principio se quebra, pode ser uma mera religião, mas não é mais o
verdadeiro cristianismo. Torna-se falso, porque os três princípios devem estar
em harmonia . em conformidade um com o outro. Judas Iscariotes quebrou esses princípios.
Ele poderia ainda acreditar em Cristo como mestre e Salvador, mas seus
pensamentos fugiram desse foco, suas atitudes quebraram os vínculos do equilíbrio
da fé verdadeira e ele traiu Jesus Cristo. Mas os incrédulos insistem em fazer
apologia a partir da síndrome de Iscariotes, colecionam todas as formas de escândalos,
erros e gravidades produzidos por seguidores de cristo mo percurso do
cristianismo através dos séculos e apresentam de forma conclusiva de que essa é
a soma da religião cristã. Sem uma percepção coerente, não se pode fazer uso de
uma apologia correta. Durante muitos séculos “cristãos” perseguiram os judeus,
mas era verdadeiros cristãos? Eram cristãos que criam em Cristo, pensavam
corretamente e agiam corretamente de acordo com seus ensinos? No colégio apostólico,
João o apostolo,Tiago mais tarde, Paulo, foram exemplos de verdadeiros
cristãos. Judas não era um seguidor verdadeiro, ele estava junto ao colégio apostólico,
fez parte da vida ministerial do Mestre Nazareno, fez história, tornou-se
imortal por causa de seu malfadado ato de traição. Mas ninguém aponta ele como
um verdadeiro seguidor. Então porque hoje se faz uma apologia contra a fé
cristã usando as atrocidades, guerras, conflitos e antissemitismo praticado por
pessoas que afirmaram serem cristãs sem contudo seguir as normas e os princípios
morais do Novo Testamento? Talvez seja muito lógico concluir que a falta de
discernimento, a desonestidade tem produzidos os mais injustos e incongruentes
argumentos contra a fé cristã. Talvez seja justo afirmar que Paulo tinha razão
ao afirma que o deus desse século cegou o entendimento dos incrédulos, para que
lhes não resplandeça a luz do evangelho (II Corintios 4;4) isso tem se
perpetuado durante todos esses séculos.
Pr Clavio Juvenal Jacinto
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Cristo Verdade e Realidade
Serie preexistencia de Cristo VI
“Este é aquele que vem após mim, que é antes
de mim...” (João 1:27) sabemos que João era seis meses mais velho do que Jesus,
mas entendemos, claramente que João afirma que Jesus era antes dele. Na
verdade, tanto na preexistência como na simbologia das escrituras, encontramos
Cristo nos tempos passados. De qualquer forma, ainda que mesmo figurada ele se
encontra deforma simbólica no Tabernaculo, nos sacrifícios do Anti Testamento,
e de forma geral, podemos ir bem além da simbologia. Sabemos que toda a sombra
projeta uma realidade, é a função da figura e dos tipos são projetadas de uma
realidade não revelada. Encontramos algo interessante sobre esse assunto em I Coríntios
10:4, ali Paulo afirma que a pedra era Cristo (A pedra em que Moisés extraia a água
para o povo beber), a expressão positiva
de Paulo “Que a Pedra era Cristo” não meramente um símbolo, tem sua força
espiritual plena! O que podemos entender é que o Espírito de Cristo, a sua
presença estava atuando no milagre no deserto, mesmo de forma imperceptível aos
olhos dos judeus e do próprio Moisés. A realidade está lá, no antigo
testamento. Jesus disse ser o caminho a verdade e a vida (João 14:6) a força da
expressão da verdade e seu profundo significado é além do que podemos imaginar
na forma comum como lemos e estudamos as escrituras. Verdade no sentido bíblico
também é realidade. Uma realidade total dentro de uma verdade imutável, essa é
a natureza de Cristo. Uma vez sendo a realidade da verdade e a verdade da
realidade, negar a preexistência de Cristo é negar a própria realidade da
verdade e também a verdade de toda a realidade. Da mesma forma, entendemos a
cerca do cordeiro pascal ou do cordeiro do sacrifício, esses foram símbolos que
guardavam a realidade suprema: Cristo. Não é por menos que João Batista tenha
declarado que Jesus é o cordeiro que tira o pecado do mundo. Essa realidade
estava implícita dentro do Antigo Testamento. Cristo estava lá não somente
simbolicamente mas também em realidade, porque Cristo não somente preenche os símbolos,
mas ele também é a realidade dos símbolos. Ter percepção dessa realidade é
muito importante, porque dessa visão, resulta uma cristologia mais profunda e mais ampla.
Como o cordeiro, vimos o símbolo, a sombra e o tipo, sob a realidade, na
plenitude dos tempos, a realidade se expande e se revela e então o Cristo de
Deus ainda não perde a natureza simbólica, a proclamação do batista mostra a símbolo
e a realidade unindo numa mesma plenitude (Joao 1:36) A existência do tempo está submissa a existência
de Cristo, ele era antes de João no sentido claro de que de uma forma ou outra
Cristo estava nas profecias do antigo testamento, estava de forma não revelada
por trás de símbolos da redenção, estava por trás de assuntos concernentes a
sinais e maravilhas, como no caso da pedra que vertia água em Meribá. Cristo
está além do tempo criado, ele criou o tempo, e está praticamente presente em
todas as eras em que o tempo existe. (João 1:1) Aprender sobre questões tão
importantes nos coloca em liberdade espiritual, Jesus mesmo disse:”Conhecereis
a verdade e a verdade vos libertará” toda a verdade está associada a realidade,
a realidade nos liberta da ilusão, Cristo nos revela em si mesmo a realidade.
Pr Clavio J. Jacinto
PÓRTICO
Entrei no pórtico da paciência
Sobre o altar da misericórdia coloquei
Pesos e anseios da minha vida
Espero ouvir a resposta sempre
Adiante vou, seguindo a minha fé
Revendo sempre os conceitos verdadeiros
Eu busco a paz de meu Deus
Mesmo que meu coração tenha falhas
Diante do altar da misericórdia coloquei
Eu mesmo e todos os meus anseios
Um por um, numa entrega absoluta
Eu sei em quem tenho crido
Clavio J. Jacinto
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
A CRUZ E A VIDA ESPIRITUAL
No auge da criação, quando Deus formou o homem, Ele fez com que este se tornasse a coroa da criação, Quando Cristo efetuou a obra na cruz, consumando o resgate de pecadores, transformou os redimidos, em homens de coração transformado, para serem a coroa da redenção
O perdão é a mais preciosa das virtudes, porque consegue reconstruir pelo amor, tudo aquilo que ao odio é completamente impossivel.
Quando Jesus veio a este mundo para morrer pelos pecadores ensinou a fé que remove montanhas, mas quando ele ressuscitou dos mortos e ascendeu aos Céus, revelou a fé que move a eternidade
O tempo é a escola que ensina a dificil lição do quanto é errada e falida uma opinião própria que não teve a aprovação de Deus
Ao romper da aurora dos tempos, Cristo estabeleceu para sempre o triunfo da luz e da misericordia sobre todas as obras malignas. O tempo revelará esse fato irreversivel.
Para subir aos lugares elevados da verdadeira adoração, o coração deve estar completamente livre dos embaraços da vida secular
Todo o pecado consumado gera morte. A ação do pecado é oposta ao Espirito Santo. O Espirito de Cristo dá vida abundante, o pecado gera necrose espiritual e suga a vitalidade do coração, arruina a ordem das coisas e embrutece a sensibilidade. Só o poder do sangue de Jesus imaculado de Cristo, derramado na cruz do Calvario, tem o poder de devolver a vitalidade para ressuscitar os que morrem sob o efeito nefasto do pecado.
A cruz foi um insulto aos olhos de Deus, um ato necessario para cumprir a justiça divina, Sob esse ponto de vista, cada cristão deve lutar sempre contra o pecado e evita-lo a qualquer custo em sua propria vida.
É melhor ser um simples esclarecido do que ser um sabio confundido.
Olhamos para a cruz, mas não devemos fixar nosso coração lá, a cruz concluiu uma obra, a vinda de Cristo concluirá outra, é para a vinda de Cristo que devemos estar atentos.
Autor: Pr Clavio J. Jacinto
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Antigamente os cristãos iam para o culto, hoje vão ao show, antes era uma igreja agora uma danceteria, antes separados do mundo, agora completamente mundanizados, antes era uma batalha agora é uma festa. O maior sinal da vinda de Cristo é a apostasia da igreja. Os que estiverem cegos para a verdade, também estarão cegos para a vinda de Cristo.(Clavio J. Jacinto)
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