A MAÇONARIA: UM OSSO DURO DE ROER
Autor: Edson P. Gonçalves
Um excelente livro que trata de um assunto polemico
Link para download:
https://contraeducacao.wordpress.com/livros/
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
Maçonaria : Perspectiva Cristã
Um livro antigo sobre a
maçonaria, já aborda o problema que envolve o entendimento dessa misteriosa
sociedade secreta: “A Maçonaria é
bastante desconhecida como sociedade secreta e perigosa; e não o é menos como força
ativadora de todas as revoluções e guerras.” (1)
Assim também entendo ser a maçonaria, uma força política que vem
influenciando a historia de uma maneira mais profunda do que imaginamos. Os tentáculos dessa sociedade secreta vão
além, muito mais além do podemos imaginar. “A Maçonaria é causadora dos mais
aterradores eventos da história. A Revolução francesa, a grande guerra, os
regimes de terror em todos os países e épocas, a .guerra última da Espanha, as
anteriores na Rússia, Hungria e México foram produtos d.e sua forja diabólica,
direta ou indiretamente, por efeitos de ação ou de reação, por movimentos
políticos ou religiosos, econômicos ou industriais, de caráter civil ou
militar.”(2) “A essência da Maçonaria
está, pois, no controle de inúmeras seitas secretas, de inú- meras associações,
governadas, aparentemente, por homens até bem intencionados, mas invisivelmente
escravizados, ao menos por influência indireta, a um punhado de homens ardilosos,
que manobram toda a política e economia mundial.” (3) Isso não soa muito bem
com as palavras das Escrituras “Segui a paz com todos e santificação sem a qual ninguém verá o
Senhor”(Hebreus 4:12)
Portanto precisamos entender a
maçonaria como um movimento secreto, eclético e político religioso, que age nos
bastidores da civilização. “Existe, realmente, um punhado de homens, que
governam o mundo, por organização secreta. E esta organização é a Maçonaria,
que não é uma simples corporação, uma só seita, mas uma corporação de muitas
corporações ou seitas secretas (4)
“Novamente o transportou o diabo
a um monte muito alto; e mostrou-lhe
todos os reinos desse mundo e a glória deles”(Mateus 4:8) “E não vos
comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, antes condenai-as”(Efesios
5:11)
Por ser secreta, e por ser
político religiosa, deve ser evitada por todo o cristão verdadeira, pois fere a
essência dos ensinos de Cristo, que ao ensinar e promover a causa do evangelho,
institui a igreja como uma organização aberta e não fechada, que promove a luz
e não a obscuridade, que promove a paz e não fomenta as guerras. Concordo
plenamente com Ricardo Lacierva que escreveu “Enquanto o cristianismo se apóia
na fé e baseia sua estrutura moral na graça divina sobrenatural, a
Franco-Maçonaria possui somente uma verdade natural e leva a conhecimento de
seus associados o livre pensamento e a investigação através da razão somente.
Apóia sua estrutura moral nas forças naturais do homem e possui somente
objetivos naturais. Desde aí essencialmente a incompatibilidade entre
cristianismo e maçonaria.”(5)
No seu Livro “Maçonaria, por trás
da fachada de luz”, William Schnoebelen ex- satanista faz a pergunta crucial no
segundo capitulo de seu livro: Mas a maçonaria é uma religião ou não? Segundo Schnoebelen, a Maçonaria promove a si
mesma como uma organização religiosa.(6) ela tem todas as características de
uma religião, rituais, crenças e reúne-se de modo eclético, político-religioso,
alguns adeptos e defensores da maçonaria, afirmam que ela não é uma religião,
mas J. Scott Horrel escreveu “A maçonaria, apesar de se denominar
não-religiosa, divulga uma filosofia em ultima analise anticristã. Subjacente á
irmandade e aos esforços de caridade, existe um programa escondido advogando
uma religião sincretista, negando a pessoa divina e a obra salvifica de Jesus
Cristo e mantendo elos sinistros com o ocultismo”(7)”E esta é a mensagem que
dele ouvimos e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhuma”(I
João 1:5)
Como uma organização secreta,
mais comumente chamada de “sociedade secreta” a maçonaria é vista como uma
entidade associada ao misterioso e ao ocultismo, parte dessa crença é o
resultado da natureza como procedem em suas reuniões, aquilo se faz escondido,
que foge aos olhos “profanos”, acaba despertando a curiosidade de uns e a
desconfiança de outros. Como bem descreve John Ankerberg e John Weldon sobre a
natureza dos mistérios ritualísticos da maçonaria “A loja é também uma
sociedade secreta. A fim de manter o seu segredo, a maçonaria faz uso de
simbolismos, juramentos e rituais secretos para instruir os novos membros
chamados de neófitos. Cada novo membro, durante essas cerimônias secretas, jura
permanecer fiel a loja e aos
ensinamentos. Tais ensinos informam ao novo candidato como ele deve servir, e
as recompensas que pode esperar”(8)) Assim, de acordo com a sua simbologia,
fortemente influenciada pelo ocultismo, por seus rituais e juramentos, a
maçonaria é uma organização contraria ao cristianismo e a fé cristã,
imcompativel com a natureza santa dos ensinos de Cristo. Tentar ser cristão e ser maçom ao mesmo tempo, implica em querer
servir a dois Senhores, o que dentro da
doutrina cristã é impossível (Mateus 6:24) Um cristo é chamado a buscar o reino
de Deus e não os reinos desse mundo e as coisas associadas ao reino terreno
dominado pelo deus desse século (Mateus 6:33)
Para G. W. Leadbater “As origens
da maçonaria se perdem nas neblinas da antiguidade”(9) outros maçons advogam
que a maçonaria existe desde o princípio do mundo ou antes dele, classificando
Adão como primeiro iniciado nos mistérios maçônicos (10) Mas alguns
historiadores afirmam que a data de 1717
dá inicio a maçonaria. Christian Jacq em
“Masoneria, História y iniciacion” associa a maçonaria a religião egípcia e aos
mistérios pitagóricos. Se assim for, então ela está associada ao paganismo,
levando ainda aquela característica distinta das religiões antigas, envolta em
mistérios e de natureza hermética. (11) Mas com relação ao paganismo e aos
sistemas religiosos, Paulo declara a condição dos efesios, antes da chega do
evangelho: “Em que noutro tempo andastes segundo o príncipe das potestades, do
espírito que opera nos filhos da desobediência”(Efesios 2:2) Os mistérios do paganismo e as religiões pagãs
estão mergulhadas em completa obscuridade.
Vimos assim uma associação ente
paganismo e maçonaria, esse sincretismo visto em seus ritos e símbolos torna
bem obvio que a fé cristã é incompatível com a maçonaria. Primeiro porque a
maçonaria tem a estrutura de uma religião, como declararam John Weldon e John
Ankerberg :Os maçons não só tem uma confissão de fé em suas próprias crenças
doutrinarias, mas também as suas crenças maçônicas são distintas. Fica evidente
que a maçonaria ensina doutrinas religiosas especificas que não são aceitas por
muitas outras religiões. Isso significa que
a afirmação maçônica de não possuírem doutrinas religiosas distintas é
falsa”(12) Ora devemos ter bom senso, se os maçons rejeitam a idéia de que são
uma religião distinta, então porque essa associação com mistérios antigos e
pagãos? Porque fazem orações e serviços fúnebres e usam símbolos esotéricos?
Porque crêem na imortalidade da alma e acreditam em uma divindade, chamada
Grande arquiteto do Universo, um deus genérico, que se encaixa com a concepção
de divindades nas suas múltiplas idéias, fato esse que encontramos nas
religiões não cristãs? Esse” Gadu” nada mais é do que um ídolo maçônico, um
conceito intelectual de uma divindade disforme, para que possa se encaixar com
qualquer tipo de crenças. Desse modo, a
maçonaria passa a ser uma religião ecumênica, onde pretende associar todas as
crença num universalismo, debaixo de seu misterioso hermetismo. “A maçonaria
está errada em ensinar que todas as religiões tem, em ultima analise, o mesmo
conceito de Deus. Ela está também errada ao ensinar que o Deus de todas as religiões
é a divindade maçônica”(13) O conceito de que uma pessoa precisa sair das
“trevas” para entrar para a maçonaria, como uma espécie de retirada da
escuridão para a iluminação, é uma aberração do ponto de vista bíblico. O
cristão e não o maçom, o que crê em Cristo e não o que crê no genérico “Gadu”
foi chamado das trevas para sua maravilhosa luz (I Pedro 2:9) “O qual nos tirou
das potestades das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu
amor”(Colossenses 1:13). Um cristão
bíblico entende que quem faz isso é Cristo e não a maçonaria. (Não vos prendais
ao jugo desigual com os infiéis, porque que comunhão tem a justiça com a
injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre
Cristo e belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem tem o
templo de Deus com os ídolos?”(II Corintios 6:14 a 16)
Concordo com Cesar Vidal que
declara depois de suas pesquisas sobre a maçonaria, que há dentro dela um forte
influencia do gnosticismo. Todo o seu caráter iniciatico e secreto tem
influencias gnósticas. (14) O gnosticismo teve desde o principio, traços nitidamente
anticristãos, parte das cartas do Novo Testamento surgirão para combater as
idéias gnósticas. Assim, nessa perspectiva, Cesar Vidal declara que a maçonaria
contribuiu para a propagação do ocultismo, e nessa contribuição, desempenhou
seu papel em promover a causa do príncipe das trevas. Seu caráter sincrético
contribui para a manifestação de uma religião única e mundial, , no livro “ El
Secreto Masonico” Aldo Lavagnini afirma que a maçonaria não é uma religião, mas
que abraça todas as crenças e respeita todas elas.(15) Isso é incompatível com
as declarações de Cristo, onde Ele afirma ser o Caminho que leva a Deus (João
14:6) a religião maçônica, não quer ser a religião em si mesma, mas o caldeirão
onde pode fervilhar com liberdade, todas as crenças. Isso soa contrario a
declaração de Pedro em Atos 4:12. Essa promoção do sincretismo, da mistura de
religiões, sejam elas cristãs ou pagãs, ocultistas, espiritualistas é um erro
gravíssimo na perspectiva cristã. O Deus bíblico rejeita a idolatria, o culto fálico,
o ocultismo, o paganismo, o animismo, o espiritualismo, mas a maçonaria quer
abraçar tudo isso. Esse é mover do universalismo, do ecumenismo e de uma
super-religião mundial, e sem duvida a contribuição dessa sociedade secreta é
muito forte, devido a influencia que tem
na sociedade através de seus adeptos. Todo e qualquer Cristão consciente deve
rejeitar completamente a maçonaria. “E não comuniqueis com as obras infrutuosas
das trevas, antes condenai-as”(Efesios 5:11)
Cristo disse a respeito de si mesmo
“Eu sou a luz do mundo, para que todo aquele que crê em mim, não permaneça nas
trevas”(João 12:46) a luz do evangelho é a única luz capaz de conduzir o homem
para a verdade e para a realidade. Todo o cristão é filho da luz (I Tessalonicenses
5:5) não é a maçonaria que pode oferecer luz espiritual para as almas, isso é
uma prerrogativa exclusiva de Cristo. Para estarmos na luz, precisamos estar em
Cristo não em uma sociedade secreta e obscura. “Porque noutro tempo éreis
trevas, mas agora sóis luz no Senhor; andai como filhos da luz”(Efésios 5:8)
Enquanto que a fé cristã ortodoxa nos leva para fora do ocultismo nas suas
múltiplas formas que por sinal, está bem popularizada e praticada inclusive
dentro de igrejas pseudo-cristãs, a maçonaria promove os poderes das trevas
embutida nas praticas de alquimia, gnose, espiritismo e cabala. Como afirma J.
Scott Horrel : “No Brasil, quase não há exceção á simbologia oculta e não
cristã, existindo centenas de livros que defendem as interpretações
cabalísticas, alquimistas, gnósticas, teosofistas e espíritas dos rito e dos
símbolos da maçonaria” Horrel então conclui: “certos ritos e juramentos, com
suas implicações pagãs, símbolos como a estrela invertida, a serpente, a
pirâmide com o olho, crânios humanos, o Baphomet (cabra de Mendes) dificilmente
são símbolos neutros e muito menos cristãos. Infelizmente por serem símbolos
ocultos, é impossível provar por completo seu significado absoluto sem que se
profira outra interpretação” (16)
A maçonaria pois é uma sociedade
secreta incompatível com o cristianismo bíblico, por isso deve ser
completamente rejeitado como um sistema que promove a verdade.
Esse é o símbolo de Baphomet ou cabra de Mendes, foi
desenvolvido por Eliphas Levi, famosos ocultista autor do livro Ritual de alta Magia. Uma figura controversa e
sinistra, com uma forte simbologia mágica entre ocultistas e sociedades
secretas
(1)O Segredo da Maçonaria-P. Antonio Miranda S.D.N. pag 13 Editora O Lutador -1948
(2) Idem Pag 16
(3) idem pag 18
(4) Idem pag 19
(5) Idem
(6)Maçonaria – Por trás da fachada de luz-William
Schnoebelen Pag28 Editora Proposito Eterno.
(7)Maçonaria e Fé Cristã- J. Scott Horrell Pag 22 e
23-Editora mundo Cristão
(8) Os Fatos Sobre a Maçonaria- John Ankerberg e
John Weldon-Obra Missionaria Chamada da Meia Noite. Pag 11
(9) La Vida Oculta em La masoneria –G. W. Leadbater Pag 7
(10) La Masonería Historia E Iniciación-
Christian Jacq- Pag 16 e 17
(11) O livro de
Christian Jacq pode ser lido em : http://eruizf.com/lecturas/books/christian_jacq/christian_jacq_la_masoneria_historia_e_iniciacion.pdf
(12) Os Fatos Sobre a Maçonaria- John Ankerberg e John
Weldon-Obra Missionaria Chamada da Meia Noite. Pag 26
(13) Idem Pag 49
(14) La Sociedad Secreta Más influyente de La Historia-
Cesar Vidal- Editorial Planeta de Agostini- Barcelona- Espanha Pag 183.
(15)El Secreto Masonico- Aldo Lavagnini Pagina 7
(16) Maçonaria e Fé Cristã- J. Scott Horrell Pag 122 e
123-Editora mundo Cristão
terça-feira, 22 de agosto de 2017
Testemunhas de Jeová e suas Doutrinas- Jose Giron
Esse Livro é raro e esta disponivel na rede para download em PDF, muito bom, apesar de estar em espanhol, trata-se de um documento valioso acerca da seita russelita.
http://historiayverdad.org/Los-testigos-de-jehova-y-sus-doctrinas.pdf
http://historiayverdad.org/Los-testigos-de-jehova-y-sus-doctrinas.pdf
PRAGMATISMO NA IGREJA MODERNA
O Perigo do Pragmatismo.
Pragmatismo
é uma teoria filosófica que invadiu as igrejas modernas. Com certeza, a maioria
das pessoas religiosas nem sequer fazem idéia do que isso significa. Trata-se
de uma das mais devastadoras praticas no meio religioso principalmente entre carismáticos,
neopentecostais e pentecostais. O pragmatismo é a uma teoria filosófica
especulativa que concorda que a verdade deve ser estabelecida pelos
resultados. O êxito pratico é o que determina
se algo é correto, verdadeiro ou não.
Aparentemente parece que isso não trás nenhuma ameaça, mas esse sistema filosófica
rejeita os absolutos doutrinários e rejeita a autoridade das Sagradas
Escrituras. Um apostata que abraça o
pragmatismo vai definir as coisas da seguinte forma: “Isso funciona, portanto
isso é verdadeiro”. Quando na perspectiva cristã e numa visão ortodoxa, a
definição teria quer assim: “Isso é bíblico, portanto isso é verdadeiro” Mas
até mesmo entre os que se dizem mais conservadores, parecem terem sidos pelo
pragmatismo. Assim tudo na obra
religiosa passa a ter validade pela teoria pragmática. Não importa quais são os meios que
estabelecem a validade de um sinal sobrenatural, uma cura por exemplo. Para um
pragmático, se um copo de água colocado encima de um aparelho de televisão para
receber oração, produz um resultado positivo, como uma cura, por exemplo, então
é verdadeiro e licito. Se um programa burlesco copiado do mundo dos negócios ou
do meio artístico, atrai pessoas para a igreja, então deve ser considerado como
correto. Se de fato, um arraia gospel, um carnaval gospel, um culto de vitória,
uma encenação teatral, traz resultados, então isso deve ser considerado
verdadeiro. É isso que ocorre hoje, o sistema babilônico religioso precisa de
dinheiro, muito dinheiro, senão como vai sustentar a vida boa de seus lideres?
Como vai sustentar os impérios da religião? Portanto os resultados determinam
se algo é verdadeiro ou não! No pragmatismo o que vale é a quantidade que dá
dízimos, a quantidade que enche os templos, a quantidade dos que descem as
águas batismais, para que as evidencias de um ministério de êxito seja
confirmada pelos resultados, e nada mais. Tudo isso é mera ilusão. Com o afã de
mostrar números, inventaram uma serie de
métodos para ingressar pessoas nas alas da cristandade, é a oração do pecador,
a chamada de altar, nada de arrependimento, discipulado e novo nascimento. A
conversão é superficial, sem mudança radical de vida. Ou como dizia certo amigo
meu “Venha como estás e fiques como estás”. O pragmatismo está envenenando as
igrejas de um modo geral, porque como já disse, o sistema precisa do dinheiro
dos fieis, precisa de números para ter certeza das arrecadações gordas que vão
manter bons salários dos religiosos profissionais, para sustentar as regalias e
os gastos que o sistema exige para manter o status quo no mundo religioso
babilônico. Mas o pragmatismo é uma
fraude, é um perigo, porque desvia os cristãos da verdade para a apostasia e
para os mais terríveis enganos diabólicos.
O pragmatismo transformou tudo em utilitarismo, até mesmo criou uma divindade,
é o deus utilitarista que está pronto para atender todas as necessidades e
todos os apelos decretados pelo homem, é o deus que se curva as paixões loucas
dos materialistas, o deus que fica de plantão para responder todos os apelos
humanos, o deus que se curva diante da força mental do homem (que muitos chama
de fé). Esse é um deus falso. O Deus verdadeiro não se curva a vontade do
homem, mas sempre o homem que ora “Seja feita a Tua vontade”. O pragmatismo solapa a autoridade das
escrituras, e coloca no método a autoridade, se funciona, então é verdadeiro o
provem de Deus. Puro engano! Certa vez discutia com o irmão a respeito de
certas manifestações esquisitas que certo pregador promovia dentro de certas
igrejas, e o argumento que usava para defender aquelas manifestações
espirituais é que dava resultados (supostas curas). Isso é um erro. Todo o
pragmático acaba sendo enganado pelo diabo, porque o diabo se aproveita dessa
filosofia e usa sinais e prodígios de mentira para enganar. Só a bíblia é a autoridade
em questões de fé e pratica. Desviar-se desse método seguro é cair de braços
abertos ao mundo do engano. Caifás nunca foi verdadeiro profeta, porque afirmou
que um homem teria que morrer pela nação, Balaão nunca foi verdadeiro profeta
porque simplesmente disse que uma estrela procederia de Jacó, ambos acertaram,
mas não eram verdadeiros profetas, pelo fato de terem preditos fatos que
aconteceram. Saul tornou-se um pragmático, se a pitonisa poderia ter contato
com o mundo dos mortos, então quem falou na verdade foi Samuel. Janes e Jambres
seriam considerados como lideres de grande unção em nossos dias aos olhos dos
pragmáticos, afinal conseguiram imitar com fidelidade vários milagres de
Moisés. Assim argumento pragmático se substancia em certas conclusões nefastas,
como esta: “Se uma igreja consegue imitar os sinais apostólicos então ela é
verdadeira” quase sempre se omite, que a
igreja de Atos também perseverava na doutrina dos apóstolos, o pragmatismo olha para os sinais e despreza
a sã doutrina e o resultado é a apostasia descarada quer vimos de forma tão
generalizada, porque a maioria esmagadora dos lideres evangélicos que conheço,
são pragmáticos.
“Jesus não
está voltando para uma noiva morna que fornica com o mundo. Ele está vindo para
buscar uma noiva não manchada pelo mundo” (John Bevere no livro: Acesso Negado
ao Inimigo)
CLAVIO J.
JACINTO
PSICOLOGIA OU DOUTRINA CRISTÃ?
Clavio J. Jacinto
Hoje é comum pastores terem no currículo
profissional a psicologia, as teorias psicológicas estão em alta e penetraram
sorrateiramente na igreja com uma roupagem cristã, para enganar, seduzir e
solapar a autoridade e a suficiência das Escrituras.. Freud e Jung podem ser considerados como os
principais fundadores da religião da psicologia. Com relação a eles nos é dito:
“Carl Jung rejeitou o
cristianismo e culpou a teologia por alienar seu pai e ele mesmo, desconfiou
completamente de Cristo. Jung então começou a aderir aos mitos antigos, e o
Ocultismo. Jung era um crente na evolução, praticado necromancia, mergulhou profundamente no ocultismo , e tinha contato
diário com espíritos desencarnados, que ele chamou de "arquétipos". Ele
até afirmou que sua casa inteira estava cheia de espíritos. Ele também
acreditava que ele possuía força demoníaca e tinha um demônio nele (o que
provavelmente ele fez). Jung também era um defensor de heresias como o
gnosticismo e a alquimia.” (a)
“Sigmund Freud é considerado o
pai do movimento de psicoterapia. Freud não era apenas anti-cristão, mas
se entregava ao ocultismo durante a maior parte de sua vida adulta. Freud
ensinou uma mistura de conceitos sexuais, homicidas e incestuais sobre os
primeiros anos de vida de meninos e meninas. Ele realmente ensinou que
todo menino deseja matar seu pai e ter relações sexuais com sua mãe e que cada menina
deseja matar sua mãe e ter relações sexuais com seu pai.” (b)
Foram eles que desenvolveram as
principais bases da psicoterapia, e o que há de errado nisso? Vejamos: “A
psicoterapia tenta melhorar o ego através de conceitos, como amor próprio,
auto-estima, auto-dignidade, auto-imagem, auto-atualização, etc. A Bíblia
ensina que o ego é o maior problema da humanidade e não a solução dos males que
a afligem. Ela profeticamente identifica a principal solução mostrada no
aconselhamento psicológico, o amor próprio, como o catalizador a uma vida de
depravação(c)
Grande parte dos evangélicos
modernos nada sabem sobre o assunto da psicologia, apenas assistem sem
discernimento a invasão das teorias psicológicas no meio cristão. Tudo de forma
bem encoberta. Os pais da psicologia moderna negam o conceito de pecado como a
bíblia ensina. Transmitem a culpa de certos problemas para os outros. Na visão
da psicologia, o homem não é culpado mas vitima. Assim pecados são substituídos
por conceitos como “doença” ou “problemas” Maslow, um dos proponentes das
teorias da psicologia chegou a culpar o cristianismo com suas doutrinas sobre o
pecado, como uma das causas do atraso da evolução da humanidade. Tente lembrar da ultima vez em que você ouvir
uma pregação na sua igreja que fale do pecado de uma forma bíblica e coerente.
As mensagens motivacionais, de auto-ajuda, egocêntricas, musicas carregadas de
elementos emocionais, causam grande impacto nos ouvintes. Alguns choram, outros
se sentem aliviados com as musicas ou com as pregações de vitórias pessoais, o
centro do universo são os problemas emocionais do homem, e de forma mágica há
um alivio nas teorias de auto-ajuda e mensagens motivacionais promovidos na
igreja moderna. Tudo isso é uma influencia da psicologia dentro da cristandade
moderna. É a psicologia anticristã, com belas roupagens de uma religião, para
enganar os que não tem discernimento. Mas quero lembrar a todos que os que
desenvolveram a psicologia eram pessoas envolvidas com ocultismo e espiritismo,
Carl Gustav Jung tinha contato com um espírito que ele chamava de Philemon
(d) Dessa forma, Maslow também incentiva
as pessoas a procurarem orientação através de uma entidade interior, como fazia
Jung, que recebia ensinos da entidade que ele chamava de Philemon. (e). A
igreja cristã nunca precisou de conceitos provenientes do ocultismo,
espiritismo e xamanismo para dar ajuda aos seus membros integrantes. A mensagem
clara do evangelho deve ser a única rota que a verdadeira igreja deve tomar,
pregar a cruz de Cristo, que foi a base da redenção do homem caído, pregar a
obra expiatória de Cristo no Calvário como a radical resposta de Deus ao pecado
do homem, o sangue de Cristo que nos livra da condenação do pecado, a
ressurreição de Cristo como a consumação definitiva e absoluta da obra redentora
e seu retorno triunfante deve ser o centro da mensagem da igreja de Cristo.
Assim, depois de profundas pesquisas sobre as origens da psicologia, Martin e
Deidre Bobgan afirmam sobre Jung : “Porque Jung transformou a psicanálise em um
tipo de religião, ele também é considerado um psicólogo transpessoal, também
como um teórico psicanalítico, ele mergulhou profundamente no ocultismo,
praticou necromancia e teve contato diário com espíritos desencarnados, que ele
chamou de arquétipos” (f). Tratar com os
problemas dos homens de forma não bíblica é desviar-se completamente dos
propósitos de Deus. Uma enxurrada de conceitos cuja origens estão no ocultismo,
no espiritualismo e na feitiçaria, entraram na igreja moderno através da
psicologia e outros sistemas. Assim a auto-ajuda, a auto-estima, os conceitos
motivacionais, a visualização criativa, a hipnose, o triunfalismo egoísta, etc.
Assim o evangelho tornou-se um meio de resolver os problemas emocionais das
pessoas, de alguma forma podemos ver toda essa influencia nociva quando o alvo
é fazer com que as pessoas sintam-se bem, tenham êxitos sentimentais e
financeiros, obtenham curas emocionais, muitas vezes também chamada de “cura
interior” etc, como se o fundamento da fé cristã fosse isso. As pessoas estão indo para igreja para
receberem tratamento psicológico através de musicas que promovem o triunfalismo
pessoal, a vitória financeira e tenham todos os seus problemas resolvidos de
forma mágica e imediatista. Um evangelho utilitarista que prega um deus servo,
é o que vimos hoje em muitos discursos. Nada de mensagem centralizada na obra
da Cruz, temas como pecado, inferno ou condenação eterna e arrependimento são
evitados, pois isso é ofensivo e impopular.
Não é de admirar que se use técnicas psicológicas de manipulação nas
igrejas modernas. A psicologia de rebanho e a mentalidade de grupo são usadas
descaradamente para manipular as pessoas, ironicamente, muitos desses
manipuladores que usam carisma e técnicas psicológicas são chamados de
“ungidos” e “cheios do Espírito Santo”. A dimensão da cegueira espiritual é
proporcional ao tamanho da multidão enganada.
Freud, Jung, Maslow e outros
homens que desenvolveram os fundamentos da psicologia eram escravos do
ocultismo, Freud chegou a usar drogas, em busca de experiências místicas,
nenhum dos mentores da psicologia moderna eram mentes esclarecidas pelo
evangelho. A sabedoria que eles tinham era terrena e influenciada pelo mundo
espiritual caído. As escrituras falam que a sabedoria desse mundo é loucura (I
Corintios 3:15) Que não devemos seguir o conselho dos ímpios (Salmos 1:1) A
sabedoria terrena é diabólica (Tiago 3:15) e que não devemos em hipótese alguma
confiar em nosso próprio entendimento (Provérbios 3:5 e 6). Tomar a teoria
desses homens e dar uma roupagem cristã, é apostasia descarada, tudo isso
ocorre, porque na verdade tais homens não crêem na suficiência e na eficácia da
palavra de Deus.
Hoje a psicologia conseguiu
entrar pelas portas dos fundos, nos púlpitos em forma de palavras suaves, para
enganar, de forma bem disfarçada, misturada com versículos da escrituras. Não é
admirável que vimos tantas manifestações bizarras na igreja que são atribuídas ao
Espírito Santo, mas que na verdade são de origens ocultistas? Não é verdade que
hoje, há um problema com os cânticos contemporâneo, que exaltam mis a criatura
do que o Criador? Não é verdade que hoje, certos cultos parecem ser apenas uma
sessão de descarga emocional, para trazer alivio psicológico a tanta gente que
busca uma válvula de escape para obstruir todos os sentimentos da alma? As
musicas, as mensagens, as pregações estão impregnadas de promessas imediatistas
para os problemas emocionais dos ouvintes.
As pregações estão sendo “recheadas” com mensagens de auto-estima,
apelando para o sentimento natural do homem e seus desejos egoístas. Pregações
expositivas e temáticas com uma boa exegese são praticamente inexistentes onde
predomina os cultos emocionais e carnais. É o fim do mundo, e não somente do
mundo, mas também virá o juízo sobre aqueles que prpagam e defendem o fogo
estranho que se alastra pela cristandade.
(e) Seculo
21 Estamos sendo Seduzidos. Samuel F. M. Costa Atual Edições pag 99
(f) http://www.psychoheresy-aware.org/jungleg.html
sábado, 19 de agosto de 2017
As Ovelhas e o BOM PASTOR
CLAVIO J. JACINTO
FÉ OU EXPERIENCIAS?
Sempre fui preocupado com certas coisas erradas
dentro da igreja cristã moderna. A minha convivência em muitos anos, me fez
refletir sobre a caminhada da fé e a observar a quantidade enorme de pessoas que professam uma fé um
tanto superficial, se é que posso chamar isso de fé. Sim! A fé nos leva as
coisas maravilhosas “Para que todo aquele que nele crê, tenha vida eterna”(João 3:15) Mas a fé não é uma
força funcional que pode ser usada para manipular o poder de um Deus
utilitarista,(A visão predominante entre os carismático não um Deus Soberano
mas um deus utilitarista)a fé nem mesmo pode ser sustentada por coisas que
sentimos ou vimos “Bem aventurado os que não viram e creram”(João 20:29)
abordando temas ligados a experiências espirituais, o Dr David Boyd Long
escreveu “Tudo isso dá mais ênfase ao principio básico de que tudo na vida
cristã, experiência ou outra coisa qualquer deve ser examinada pela palavra de
Deus e deve ser aceita ou rejeitada de acordo com este exame”
O pragmatismo é muito comum hoje,
tendo em vista que o pentecostalismo promoveu muito a ênfase em experiências,
muitos acabaram sucumbindo e criando normas para “autenticar” a validade do
cristianismo e da própria fé. Para muitos cristãos, Sem experiências e
sentimentos, não pode existir verdades. Por causa dessa cosmovisão,
sorrateiramente e de forma perigosa, veio a ênfase sobre as experiências
passaram a ser o prumo que define se algo é verdadeiro ou não, e dessa forma, a
fé genuína, como confiança incondicional a Deus foi solapada, porque no
pragmatismo o que vale é o que funciona. Outro dia conversei com um amigo e
irmão em Cristo. Discutíamos sobre certo assunto, e eu disse que reprovava e
rejeitava completamente certos tipos de manifestações carismáticas que
estávamos discutindo, ele retrucou e disse essas manifestações funcionavam e davam resultados, por isso não
poderia ser falso. As pessoas foram atraídas para a igreja (por curiosidade,
não para ouvir o evangelho) e parece que houve curas (nunca foi provado serem
verdadeiras ) “se funciona, então não pode ser algo errado ou ruim”. Essa é a
porta para o engano que o diabo pode encontrar em qualquer lugar e no coração de qualquer cristão. Nunca
podemos olhar para algo e concluir: “Isso funciona, portanto isso é verdadeiro.”
Ao agirmos assim, estamos solapando a fé nas Escrituras e sua autoridade
suprema, transferindo essa autoridade para nossas opiniões, sentimentos e
experiências. Esse é um erro fatal! A
regra fundamental deve ser sempre: Isso é bíblico, portanto é verdadeiro. Onde
a bíblia não é a regra, a decisão será um passo no escuro, e é essa exatamente
a condição necessária para que o diabo lance suas armadilhas, artimanhas,
estratégias e engane com eficácia Há muita gente desviada da verdadeira fé,
porque toda a crença está sendo sustentada pelas experiências e por sentimentos.
Geralmente experiências místicas, que ocorrem por meio de sentimentos, êxtases,
locuções interiores, visões, sentimentos agradáveis ou por manifestações
sobrenaturais como visitas de anjos, novas revelações, curas, milagres etc .
Esse é um terreno perigoso. Os que caem nessa armadilha, se esquecem de uma
advertência clássica do profeta Jeremias : Enganoso é o coração (Jeremias 17:9)
e também de um principio fundamental e regular do Novo Testamento: O justo
viverá por fé e não por vista (II Coríntios 5:7) não vivemos por experiências
ou sentimentos ou ainda emoções.
Concordo com o conselho de Charles Spurgeon: “preocupa-te mais com um grão de
fé do que com uma tonelada de emoções” Nossa vida espiritual não pode ser
regulada por essas coisas. A fé bíblica é uma confiança incondicional na
sabedoria, soberania e bondade de Deus. Experiências extáticas e prazerosas,
você encontra entre o místicos da nova era, os gurus espiritualistas ensinam
muito sobre isso. Em qualquer lugar e em praticamente todas religiões são
promovidos bons sentimentos, milagres, êxtases, alegrias, iluminação
espiritual, curas, encontros angelicais, fenômenos psíquicos, deleites
emocionais etc. Os místicos católicos como Teresa DÁvila, Juliana de Norwich, Catarina
de Sena, João da Cruz, etc. tiveram prazerosas experiências místicas. Adeptos
de seitas espiritualistas declaram vivenciar agradáveis estados alterados de
consciência, visões de anjos, contatos com seres de luz, projeção astral,
sentimentos de profunda felicidade contato com mestres ascencionados , experimentam
curas e alívios emocionais. Isso é comum entre os espiritualistas, esotéricos,
místicos orientais Etc. Fala-se muito
sobre o êxtase místico hoje, promovido em ampla escala por carismáticos e
adeptos da nova reforma apostólica, seguidores do movimento nova era e por seitas cujas raízes é o
misticismo oriental ou as religiões pagãs. A fé cristã segue outro rumo, até
caminhos opostos. É exatamente isso que faz com que a religião cristã seja
diferente: temos a fé em um Deus que não vemos, e confiamos nas promessas
contidas em sua santa Palavra. Olhamos para a obra da Cruz, e confiamos na obra
perfeita que Cristo realizou lá. E isso nem sequer possui uma só fração de
nossa contribuição, pois o sangue puro do redentor não pode ser tocado por
nossos trapos de imundícia. O oposto do misticismo do êxtase e dos bons
sentimentos pode ser visto em palavras como de Tiago “meus amados, tende grande
gozo quando cairdes em varias tentações”(Tiago 1:2) e então conclui que a prova
da nossa fé opera a paciência. Isso não significa que a vida cristã não produza
alegria, o que eu quero dizer é que não
é um sentimento que ilumina a nossa fé, mas que a fé verdadeira nunca pode ser
sustentada por sentimentos. Fé é confiança, e o justo viverá por fé (Romanos
1:17) não por sentimentos. A fé verdadeira é incondicional, coloca a confiança
plena, o coração está descansando na vontade de Deus e continua viva diante das
provas, aflições e dificuldades permitidas por Deus. Quando nada acontece,
quando tudo parece árido e silencioso, a fé está lá, como a luz que mantém a
alma acesa em meios aos mais intensos conflitos exteriores. “Porque ainda que a
figueira não floresça, nem haja fruto na vide, ainda que decepcione o produto
da oliveira, e os campos não produzam mantimento, ainda as ovelhas da malhada
sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado, todavia eu me alegrarei no
Senhor, exultarei no Deus da minha
salvação”(Habacuque 3:17 e 18) Infelizmente, muitos aprenderam coisas erradas sobre a fé, e vivem uma fé
enferma, não bíblica, que precisa ser sustentada por coisas que precisamos ver
e sentir. Isso é completamente errado, não condiz com o tipo de fé que está nas
Escrituras. A fé pode nos levar para o algo maravilhoso, mas também pode nos
conduzir aos desafios mais duros. A fé
falsa é pragmática, ela precisa funcionar de acordo com a nossa vontade, e não
de acordo com a vontade de Deus. A fé pragmática precisa ser sustentada por
experiências e sentimentos, nunca por confiança. A fé verdadeira permanece inabalável quando
tudo parece ruir, porque a fé bíblica faz com que tenhamos um discernimento
sobre todas as circunstâncias. João Batista estava no cárcere, ele foi
decapitado, porém a fé o sustentou, Deus estava no controle da situação, era
mister que a vontade suprema do Senhor levasse o Batista até o martírio. Os
duros processos que passou José do Egito, ele em todo o tempo, andou por fé,
Abraão e sua peregrinação, “Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para
um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia, pela
fé, habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando com cabanas com
Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa, Porque esperava a cidade
que tem fundamentos da qual o artífice e construtor é Deus” (Hebreus 11:8 a 10)
homens e mulheres de Deus, descritos em
Hebreus 11. Todos andaram por fé, não a fé pragmática mas a confiança bendita
de que Deus está no controle de todas as coisas e que vai sempre fazer o melhor
para nós, sempre de uma perspectiva eterna e celestial, não de acordo com o ponto de vista humano e terrenal. Nesses
dia difíceis, devemos promover a
compreensão da verdadeira fé, a confiança na suficiência da Palavra de Deus, a
confiança plena na soberania de Deus. Uma fé movida por coisas, sentimentos e
experiências, não pode ser verdadeira fé, isso é apenas credulidade. Isso não
significa que devemos ter uma fé cega e Arida, em hipótese alguma, a fé genuína
não pode ser cega porque ela é iluminada pelas escrituras (Salmos 199:105) não
é Arida, porque no conduz a glória “Cristo em voz a esperança da
glória”(Colossenses 1:27) Porém a via da vida cristã é fé somente, não os sinais experiências, como sustentáculos
de uma religião empírica. Paulo já dizia “Porque os judeus pedem um sinal e os
gregos buscam sabedoria, mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo
para os judeus, e loucura para os gregos”(I Coríntios 21:22 e 23)
Palavra Final: Em Daniel 3:17 e
18, encontramos a fé na sua pureza nos três amigos do Profeta Daniel. Eles
foram ameaçados por Nabucodonosor a serem lançados dentro da fornalha de fogo
caso não se prostrassem diante da estatua erguida pelo monarca babilônico. Aqui
temos a fé incondicional. A reação dos três jovens piedosos era: “Eis que o
nosso Deus a quem servimos, é que nos pode livrar, Ele nos livrará da fornalha
de fogo ardente, e da tua mão, ó rei. E, se não, fica sabendo ó rei, que não
serviremos a teus deuses, nem adoraremos a estatua de ouro que levantaste” a experiência
do milagre ocorreu, eles foram livrados, mas a experiência não sustentou a fé, foi a fé que sustentou
a possibilidade do milagre e da experiência. Se o Senhor na sua Soberania
resolvesse não intervir, os três jovens seriam mártires, e isso não afetaria a
fé de nenhum deles. Creio que com esse exemplo, entenderemos que a fé é a
confiança firme de que Deus pela soberana vontade fará sempre o melhor por nós,
e como no caso da experiência do espinho da carne de Paulo, nem sempre será uma
experiência agradável.
CLAVIO J. JACINTO
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